Quem são os 3 homens presos após morte de jovem em salto de rope jump
Homens foram indiciados por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de morte, mesmo sem a intenção de matar

Os três homens presos por homicídio com dolo eventual por causa da morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que perdeu a vida após ser arremessada de uma plataforma de aproximadamente 40 metros para a prática de rope jump, em Limeira, interior de São Paulo, têm atividades distintas registradas na Carteira de Trabalho e Previdência Social, vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
A jovem está sendo velada e será sepultada no Cemitério Municipal de Jandira, região onde morava com a família.
Veja imagens do acidente:
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu por politraumatismo, após queda livre de 40 metros da Ponte do Esqueleto, em Limeira.
Seis pessoas foram detidas. Contudo, apenas três delas permaneceram presas e foram indiciadas por homicídio com dolo eventual. Ou seja, eles assumiram risco de morte, mesmo que sem intenção de matar.
Os três presos são os homens filmados levantando a vítima e, depois, jogando-a do alto da ponte. São eles: Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos; Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32; e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27.
A reportagem apurou que cada homem preso tinha uma área de atuação diferente. Por exemplo, Luis Felipe é bombeiro civil, conforme divulgado pela Polícia Militar.
Já Vitor de Freitas, segundo último registro da Carteira de Trabalho, é operador turístico. O homem residia no estado de São Paulo há um tempo, mas é gaúcho, natural de Bento Gonçalves.
O único a ter empresa declarada é Maicon Fernandes. Dados obtidos pela reportagem mostram que o administrador tem uma empresa de pós-produção cinematográfica.

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