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São Paulo

"Prisão não pode ser marketing", diz irmã de Deolane após operação

Daniele Bezerra, irmã de Deolane, publicou mensagem nas redes sociais após repercussão sobre a prisão da influenciadora: "Perseguições"

Marcus Pontes21/05/2026 08:58, atualizado 21/05/2026 09:17
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Instagram/Reprodução
Deolane Bezerra e Daniele Bezerra posam juntas e sorridentes - Metrópoles

A advogada e influenciadora Daniele Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, presa nesta quinta-feira (21/5) em um condomínio de luxo em Alphaville, em Barueri, na Grande São Paulo, por suposto envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC), afirmou que “prisão não pode ser instrumento de pressão, marketing ou vingança social”. Veja:

Irmã de Deolane Bezerra se manifesta após prisão: “Difícil é provar” - Metrópoles
Irmã de Deolane Bezerra se manifesta após prisão: “Difícil é provar”

A declaração de Daniele foi publicada nas redes sociais, nesta manhã, após a repercussão sobre a prisão de Deolane. A mensagem sugere uma espécie de perseguição contra a influenciadora: “Mais uma vez, tentam transformar suposições e manchetes em condenações”.

“Prisão não pode ser marketing”, diz irmã de Deolane após operação - destaque galeria
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Batizada de Operação Vérnix, a ação cumpre seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão.
Deolane Bezerra posa em Roma antes de ser presa
As investigações apontam para um esquema sofisticado de ocultação de patrimônio, que utilizaria empresas e terceiros para movimentar recursos atribuídos à facção criminosa. Segundo os investigadores, uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, interior paulista, teria sido usada para lavar dinheiro da família de Marcola.
Marcola, líder máximo do PCC
Os investigadores afirmam que Deolane recebeu depósitos considerados suspeitos entre 2018 e 2021.
A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21/5), em Alphaville, na Grande São Paulo, durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e da Polícia Civil que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
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A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21/5), em Alphaville, na Grande São Paulo, durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e da Polícia Civil que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Reprodução/Globo News
Batizada de Operação Vérnix, a ação cumpre seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão.
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Batizada de Operação Vérnix, a ação cumpre seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão.

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Deolane Bezerra posa em Roma antes de ser presa
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Deolane Bezerra posa em Roma antes de ser presa

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As investigações apontam para um esquema sofisticado de ocultação de patrimônio, que utilizaria empresas e terceiros para movimentar recursos atribuídos à facção criminosa. Segundo os investigadores, uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, interior paulista, teria sido usada para lavar dinheiro da família de Marcola.
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As investigações apontam para um esquema sofisticado de ocultação de patrimônio, que utilizaria empresas e terceiros para movimentar recursos atribuídos à facção criminosa. Segundo os investigadores, uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, interior paulista, teria sido usada para lavar dinheiro da família de Marcola.

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Marcola, líder máximo do PCC
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Marcola, líder máximo do PCC

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Os investigadores afirmam que Deolane recebeu depósitos considerados suspeitos entre 2018 e 2021.
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Os investigadores afirmam que Deolane recebeu depósitos considerados suspeitos entre 2018 e 2021.

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Segundo a advogada, as informações sobre a ligação de Deolane com o PCC, baseadas em investigações da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo (MPSP), são “alegações” cercadas de deduções, narrativas e “perseguições que se repetem há tempos”.

“Isso é grave”

Daniele lamentou o efeito negativo à imagem da irmã influenciadora. “No Brasil, infelizmente, muitas vezes primeiro se expõe, destrói a imagem e se condena perante a opinião pública, para só depois buscar provas que sustentem aquilo que foi dito, e isso é grave”, reforçou.

A advogada também classificou a prisão como “espetáculo” e pediu que as pessoas conheçam a trajetória de Deolane. “Quem conhece, sabe que existe uma diferença entre fatos e narrativas criadas para alimentar ataques”, disse.

O Metrópoles entrou em contato com a defesa de Deolane, mas ainda não obteve retorno. O espaço está aberto.

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