Operação que prendeu Deolane começou com troca de bilhetes em presídio

Influenciadora Deolane Bezerra foi presa nesta quinta-feira (21/5) durante operação contra lavagem de dinheiro do PCC

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Reprodução/redes sociais
A influenciadora Deolane Bezerra
1 de 1 A influenciadora Deolane Bezerra - Foto: Reprodução/redes sociais

Uma operação da Polícia Civil com o Ministério Público de São Paulo prendeu, nesta quinta-feira (21/5), a influenciadora digital Deolane Bezerra. Ela é suspeita de envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Operação que prendeu Deolane começou com troca de bilhetes em presídio - destaque galeria
11 imagens
Deolane Bezerra.
Deolane Bezerra.
Deolane Bezerra
Deolane Bezerra
A influenciadora Deolane Bezerra é uma das moradoras do condomínio de luxo
Deolane Bezerra
1 de 11

Deolane Bezerra

Instagram/Reprodução
Deolane Bezerra.
2 de 11

Deolane Bezerra.

Reprodução/Internet.
Deolane Bezerra.
3 de 11

Deolane Bezerra.

Reprodução/Internet.
Deolane Bezerra
4 de 11

Deolane Bezerra

Reprodução/Redes sociais.
Deolane Bezerra
5 de 11

Deolane Bezerra

Reprodução/Internet
A influenciadora Deolane Bezerra é uma das moradoras do condomínio de luxo
6 de 11

A influenciadora Deolane Bezerra é uma das moradoras do condomínio de luxo

Reprodução/redes sociais
Deolane Bezerra
7 de 11

Deolane Bezerra

Instagram/Reprodução
Deolane Bezerra
8 de 11

Deolane Bezerra

Instagram/Reprodução
Recentemente, Deolane teve o passaporte devolvido após a prisão
9 de 11

Recentemente, Deolane teve o passaporte devolvido após a prisão

Reprodução
Deolane publica lembranças com MC Kevin: "Para sempre no meu coração"
10 de 11

Deolane publica lembranças com MC Kevin: "Para sempre no meu coração"

Reprodução/Instagram
Deolane Bezerra
11 de 11

Deolane Bezerra

Genival Paparazzi/Agnews

Batizada de Operação Vérnix, a ação é a terceira fase de uma investigação que começou em 2019. Na ocasião, policiais penais apreenderam bilhetes com detentos da Penitenciária II de Presidente Venceslau. Os manuscritos revelaram elementos relacionados à dinâmica interna do PCC, à atuação de lideranças do crime organizado e possíveis ataques contra agentes públicos.

Após a descoberta, a Polícia Civil descobriu um trecho que citava uma “mulher da transportadora”, que teria feito um levantamento de endereços de servidores públicos para auxiliar no planejamento dos ataques da facção.

A investigação levou a uma transportadora em Presidente Venceslau, interior de São Paulo, posteriormente reconhecida judicialmente como instrumento utilizado pelo crime organizado para lavagem de dinheiro, e deu origem à segunda fase da operação, batizada de Lado a Lado. Essa etapa revelou movimentações financeiras incompatíveis, crescimento patrimonial sem lastro econômico suficiente e a utilização da transportadora como braço financeiro do PCC.

Durante a Operação Lado a Lado, as autoridades apreenderam um celular e analisaram mais trocas de mensagens de pessoas ligadas à facção. O conteúdo também revelou indícios de repasses financeiros à Deolane Bezerra e apontou estreitos vínculos pessoais e comerciais da influenciadora com um dos gestores fantasmas da transportadora.

Deolane, segundo os investigadores, passou a ocupar posição de destaque no caso em razão de movimentações financeiras expressivas, incompatibilidades patrimoniais e indícios de conexão com o comando do PCC. Os levantamentos apontaram recebimentos de origem não esclarecida, circulação de valores milionários e aquisição de bens de alto padrão. Para os investigadores, a projeção pública, a atividade empresarial da transportadora e a movimentação patrimonial dos envolvidos eram utilizadas para camuflar o esquema e dificultar a origem ilícita dos recursos.

A quebra de sigilos revelou um alto fluxo de dinheiro sem lastro compatível, além de movimentações bancárias atípicas, contas utilizadas para passagem de valores e operações com empresas sem capacidade financeira aparente.

Na terceira fase da investigação, com a operação deflagrada nesta quinta-feira (21/5), as autoridades buscam descortinar um esquema mais amplo de lavagem de capitais, com ramificações empresariais, patrimoniais e financeiras. Foram decretadas seis prisões preventivas, bloqueios de valores superiores a R$ 327 milhões, além da apreensão de 17 veículos, incluindo modelos de luxo.

 

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações