Justiça nega pedido de prisão preventiva de Oruam feito pelo MPSP

Rapper é alvo de uma ação penal do Ministério Público de São Paulo (MPSP) por disparo de arma de fogo

atualizado

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1 de 1 Oruam - Foto: Reprodução/Redes sociais

A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão preventiva de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, mais conhecido como Oruam. O rapper é alvo de uma ação penal do Ministério Público de São Paulo (MPSP) por disparo de arma de fogo.

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Oruam está foragido desde fevereiro de 2026
Oruam foi indiciado pelos crimes de lavagem de dinheiro e envolvimento com o Comando Vermelho (CV), além de tentativa de homicídio contra policiais civis do Rio de Janeiro
O rapper também é alvo de uma ação penal do Ministério Público de São Paulo (MPSP) por disparo de arma de fogo
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Oruam foi indiciado pelos crimes de lavagem de dinheiro e envolvimento com o Comando Vermelho (CV), além de tentativa de homicídio contra policiais civis do Rio de Janeiro
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O rapper também é alvo de uma ação penal do Ministério Público de São Paulo (MPSP) por disparo de arma de fogo
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O rapper também é alvo de uma ação penal do Ministério Público de São Paulo (MPSP) por disparo de arma de fogo

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No despacho, ao qual o Metrópoles teve acesso, a juíza Cláudia Vilibor Breda afirmou que Oruam foi regularmente citado no processo por intermédio de seu advogado, mediante procuração. “Tal situação afasta, ao menos neste momento, qualquer indicativo concreto de intenção de se furtar à aplicação da lei penal ou de prejudicar a marcha processual”, concluiu a magistrada, em documento dessa segunda-feira (25/5).

Ao pedir a prisão preventiva do cantor, no dia 5 de maio, o promotor Alan Carlos Reis Silva argumentou que Oruam é investigado pelos crimes de lavagem de dinheiro e envolvimento com o Comando Vermelho (CV), além de tentativa de homicídio contra policiais civis do Rio de Janeiro.

Silva ainda destacou que o artista “se encontra foragido, inviabilizando a efetividade da jurisdição penal e comprometendo o cumprimento de eventual decreto condenatório”. Na visão do promotor, o paradeiro desconhecido de Oruam evidenciaria risco concreto e eventual frustração na aplicação da lei.

O rapper se tornou alvo do Ministério Público de São Paulo após efetuar disparos para cima usando uma espingarda em meio a uma festa em Igaratá, no interior do estado, em dezembro de 2024. As cenas foram gravadas e publicadas nas redes sociais.

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