Cozinheira tenta reatar relação com ex-amante e é morta a facadas

Cozinheira Gilza Alves, de 52 anos, foi à casa do ex-amante para tentar reatar e foi golpeada com barra de ferro e facadas

atualizado

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Polícia Civil/Divulgação.
Foto colorida de viatura da Polícia Civil em frente à residência onde cozinheira foi morta pelo ex-amante.
1 de 1 Foto colorida de viatura da Polícia Civil em frente à residência onde cozinheira foi morta pelo ex-amante. - Foto: Polícia Civil/Divulgação.

A cozinheira Gilza Alves, de 52 anos, foi esfaqueada e morta ao ir à casa do ex-amante Paulo André dos Santos, de 52, em São Carlos, interior de São Paulo. O caso é investigado pela Polícia Civil. O autor foi liberado após se apresentar espontaneamente depois do crime. Ele estava acompanhado do advogado.

O crime ocorreu na madrugada dessa quarta-feira (25/3). A cozinheira foi à casa do ex-amante para, segundo a Polícia Civil, tentar reatar o relacionamento extraconjugal. Ela invadiu o imóvel por um portão, que havia danificado dias antes.

Testemunhas ouviram gritos e flagraram o vigilante saindo de carro da residência. O corpo de Gilza foi encontrado na cozinha. Além de sinais de agressão, ela tinha uma perfuração no pescoço. Duas facas e um objeto de metal com a ponta amassada foram encontrados e recolhidos pela Polícia Militar.

A cena vista pelos policiais era de ter ocorrido uma luta, com objetos espalhados, incluindo chinelos, eletrônicos e ferramentas.

O delegado Gilberto de Aquino, responsável pela investigação, disse que o vigilante levou a família — esposa e filhos — à Araraquara devido às ameaças feitas pela ex-amante, e que retornou ao município de domicílio por causa do trabalho. Em depoimento, o suspeito revelou estar em casa, quando a cozinheira invadiu o imóvel com uma faca e o atacou.

Segundo a Polícia Civil, o autor confesso e a esposa foram à delegacia, horas antes ao homicídio, para registrar um boletim de ocorrência de ameaça, em virtude de recorrentes episódios de perseguição e intimidação.

Apesar de o caso ter sido registrado como homicídio simples e lesão corporal, o suspeito foi liberado após prestar depoimento por ter se apresentado espontaneamente, o que, conforme entendido pelo delegado, impediria a prisão em flagrante. Embora isso, a investigação prossegue e um pedido de prisão poderá ser feito.

A mulher morta deixa uma filha adolescente. O corpo foi liberado e ela sepultada nesta quinta-feira (26/3) durante a manhã.

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