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Copa do Mundo 2026Mundo

Presidente da Fifa diz que entregará troféu da Copa ao lado de Trump

Gianni Infantino, presidente da Fifa, afirma que estará ao lado de Donald Trump na final do Mundial. "Estamos sempre juntos", declarou

23/06/2026 14:51, atualizado 23/06/2026 15:35
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Hector Vivas - FIFA/FIFA via Getty Images
Imagem colorida mostra Trump e Infantino - Metrópoles

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou, nesta terça-feira (23/6), que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participará da cerimônia de premiação da final da Copa do Mundo de 2026 e entregará, ao lado dele, o troféu à seleção campeã do torneio.

A declaração foi dada durante entrevista à emissora Fox News e surge em meio a questionamentos sobre o grau de envolvimento público de Trump com o Mundial, que tem os Estados Unidos como principal anfitrião.

“Estaremos ao lado do presidente assistindo à final e entregando o troféu ao vencedor, é claro, juntos”, afirmou Infantino.

Ao ser questionado se os dois fariam a entrega da taça lado a lado, respondeu: “Claro, afinal, estamos sempre juntos”.

A final da Copa do Mundo está marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jérsei, na Região Metropolitana de Nova York.

O perfil oficial do governo norte-americano na rede social X compartilhou um trecho da entrevista de Infantino e acrescentou um emoji de olhos arregalados à publicação.

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Trump e Infantino
Gianni Infantino e Donald Trump juntos antes da Copa do Mundo
Infantino e Trump
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Infantino e Trump

Arte Metrópoles/Gabriel Lucas
Trump e Infantino
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Trump e Infantino

Chip Somodevilla / Equipe
Gianni Infantino e Donald Trump juntos antes da Copa do Mundo
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Gianni Infantino e Donald Trump juntos antes da Copa do Mundo

Richard Sellers/Sportsphoto/Allstar via Getty Images

Ausência na estreia chamou a atenção

A fala do dirigente da Fifa ganha relevância porque Trump não compareceu à partida de abertura da Copa do Mundo, disputada entre Estados Unidos e Paraguai, em Los Angeles.

A ausência gerou especulações sobre uma possível distância do republicano em relação ao torneio ou mesmo receio de enfrentar reações negativas do público. Dias antes, Trump havia sido vaiado durante uma partida das finais da NBA, no Madison Square Garden, em Nova York.

Questionado sobre a ausência do presidente na estreia da seleção norte-americana, Andrew Giuliani, diretor-executivo da força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo, atribuiu a decisão à agenda presidencial.

“Ele não vai comparecer ao jogo de estreia. A agenda dele é apertada. Mas sei que estará envolvido durante toda esta Copa do Mundo”, afirmou.

Giuliani também indicou que novas aparições do presidente durante o torneio eram possíveis. “Conhecendo Trump, espere o inesperado. Não me surpreenderia vê-lo cada vez mais envolvido ao longo do torneio”, acrescentou.

Copa sob o “DNA dos EUA”

Embora tenha mantido distância dos gramados até agora, Trump exerce forte influência sobre a organização do Mundial.

A relação próxima entre o presidente norte-americano e Gianni Infantino ajudou a consolidar uma edição da Copa fortemente alinhada às prioridades políticas, econômicas e de segurança dos Estados Unidos.

Apesar de o torneio ser dividido entre Estados Unidos, Canadá e México, cerca de 75% das partidas são disputadas em território norte-americano. Ao longo da preparação para a competição, a Fifa também adaptou parte de suas operações às regras de imigração e controle de fronteiras dos EUA.