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Minas Gerais

Pesquisa da UFMG busca voluntários que vivenciaram o luto

Estudo com perguntas on-line quer entender impactos da perda de entes queridos e contribuir para estratégias de acolhimento psicológico

05/06/2026 21:05
Matheus Espíndola (com uso de IA)
mulher triste chorando

Belo Horizonte – Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão recrutando voluntários de todo o país para participar de um estudo que investiga os impactos do luto e as formas como as pessoas lidam com a perda de entes queridos. A pesquisa é voltada para quem vivenciou a morte de familiares ou pessoas próximas entre os anos de 2020 e 2025.

O trabalho, intitulado “Representações da morte entre o luto e o trauma (ReDGriT)”, é desenvolvido pelo Programa de Pós-graduação em Psicologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich). A investigação é conduzida pela doutoranda Gislaine Leoncio Motti, sob orientação da professora Ingrid Faria Gianordoli.

Segundo as pesquisadoras, o objetivo:

é compreender como a experiência da perda influencia a forma como as pessoas ressignificam suas vidas, além de reunir informações que possam contribuir para o desenvolvimento de estratégias mais sensíveis e eficazes de acolhimento e cuidado psicológico.

A participação ocorre por meio de um questionário on-line com duração média de 20 minutos. As perguntas abordam temas relacionados às reações diante da perda, espiritualidade e mecanismos utilizados para enfrentar situações de sofrimento, estresse e dor emocional.

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A coordenação do estudo destaca que não existem respostas certas ou erradas e que os participantes devem responder com base em suas próprias experiências. A pesquisa é anônima e pode ser interrompida a qualquer momento.

De acordo com a UFMG, todas as informações coletadas serão utilizadas exclusivamente para fins científicos, seguindo as normas éticas da pesquisa, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e as diretrizes do Conselho Nacional de Saúde.

Os interessados em colaborar ou obter mais informações podem entrar em contato com as pesquisadoras pelos e-mails: gisamotti@gmail.com e ingridfgian@gmail.com.