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Distrito Federal

Coberto por névoa seca, DF bate novo recorde de temperatura: 35,7ºC

Trata-se do maior índice deste ano. Defesa Civil decreta estado de emergência. Brasilienses precisam redobrar cuidados com a saúde

19/09/2019 15:24, atualizado 19/09/2019 16:13
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Andre Borges/Especial para o Metrópoles
Coberto por névoa seca, DF bate novo recorde de temperatura: 35,7ºC

A temperatura bateu novo recorde no Distrito Federal neste ano. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou, nesta quinta-feira (19/09/2019), 35,7ºC no Gama. A umidade ficou em 10% na mesma região e em Águas Emendadas, Planaltina. No dia em que o DF completa 108 dias sem chuva, a Defesa Civil voltou a decretar estado de emergência.

De acordo com a meteorologista Naiane Araújo, a maior temperatura já registrada no Distrito Federal foi 37,3ºC, em 15 de outubro de 2017, na estação de Águas Emendadas. No Plano Piloto, o dia mais quente computado até o momento foi em 18 de outubro de 2015 — 36,4ºC.

Brasília amanheceu coberta por uma névoa seca. De acordo com o meteorologista Manoel Rangel, o fenômeno é causado pela ação dos ventos, que sopram poeira ou fuligem de queimadas, causando acúmulo dessas substâncias na atmosfera.

Coberto por névoa seca, DF bate novo recorde de temperatura: 35,7ºC - destaque galeria
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O fenômeno é causado em razão da poeira do ar e fuligem de queimadas, sopradas pelos ventos
A névoa encobriu monumentos como a Ponte JK, Congresso Nacional, Torre de TV e o Estádio Mané Garrincha
Névoa seca sobre Brasília
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Névoa seca sobre Brasília

Andre Borges/Especial para o Metrópoles
O fenômeno é causado em razão da poeira do ar e fuligem de queimadas, sopradas pelos ventos
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O fenômeno é causado em razão da poeira do ar e fuligem de queimadas, sopradas pelos ventos

Andre Borges/Especial para o Metrópoles
A névoa encobriu monumentos como a Ponte JK, Congresso Nacional, Torre de TV e o Estádio Mané Garrincha
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A névoa encobriu monumentos como a Ponte JK, Congresso Nacional, Torre de TV e o Estádio Mané Garrincha

Andre Borges/Especial para o Metrópoles

De acordo com o especialista, o belo pôr do sol dos últimos dias tem a coloração diretamente ligada ao nível de poluição do ar. “Quanto mais vermelho ou laranja é o pôr do sol, mais suja está atmosfera”, destaca.

Alerta vermelho

A Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil havia suspendido o estado de emergência na segunda-feira (16/09/2019), após dois dias com umidade relativa do ar acima de 12%. Mas após o índice baixar para 10% por 48 horas seguidas, o órgão retomou o alerta vermelho.

Reprodução

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a umidade relativa do ar ideal é acima dos 60%. Com percentuais mais baixos, a população deve se hidratar bastante para amenizar os efeitos da estiagem. Outro problema é o ambiental: nesta época do ano, aumenta a ocorrência de incêndios.

Fique atento!

Entre 21% e 30% (estado de atenção)

  • Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11h e 15h;
  • Umidificar o ambiente por meio de vaporizadores, toalhas molhadas e recipientes com água;
  • Consumir água à vontade.

Entre 12% e 20% (estado de alerta)

  • Observar as recomendações do estado de atenção;
  • Suprimir exercícios físicos e trabalhos ao ar livre entre 10h e 17h;
  • Evitar aglomerações em ambientes fechados;
  • Usar soro fisiológico nos olhos e nas narinas.

Abaixo de 12% (estado de emergência)

  • Observar as recomendações para os estados de atenção e de alerta;
  • Interromper qualquer atividade ao ar livre entre 10h e 16h, como aulas de educação física, coleta de lixo, entrega de correspondência, etc;
  • Durante as tardes, manter os ambientes internos úmidos, principalmente quartos de crianças, hospitais, etc.

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