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Sexo seguro e prazer: médica explica como aliar proteção e satisfação

Escolha do produto ideal e foco no relaxamento psicológico são chaves para manter o bem-estar e a segurança na hora do sexo

atualizado

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Mão segurando camisinha/sexo- Metrópoles
1 de 1 Mão segurando camisinha/sexo- Metrópoles - Foto: Freepik

Apesar dos avanços nas discussões sobre sexo, ainda é comum que o uso de preservativos seja associado à perda de sensibilidade. Esse tipo de percepção, no entanto, está mais ligado a mitos do que à realidade, segundo especialistas em saúde íntima.

Dados do Ministério da Saúde reforçam que a camisinha é o método mais eficaz contra o HIV e outras ISTs, mas a adesão ainda é baixa: cerca de 59% dos brasileiros admitem não usar o item em suas relações.

Entenda

  1. Mito da sensibilidade: a ideia de que a camisinha “atrapalha” está ligada a escolhas erradas de produtos ou uso incorreto, e não ao método em si.

  2. Tecnologia e variedade: o mercado oferece hoje versões ultrafinas, texturizadas e com estímulos que visam justamente aumentar o prazer.

  3. Segurança psicológica: estar protegido reduz a ansiedade e o medo de gravidez ou doenças, permitindo um relaxamento maior e foco no momento.

  4. Eficácia real: quando utilizada corretamente do início ao fim da relação, a eficácia do preservativo chega a 98%.

Estima-se que milhões de infecções foram evitadas desde 1990 com seu uso da camisinha

A tecnologia a favor do prazer

De acordo com Larissa Cassiano, ginecologista e obstetra especialista em Gestação de Alto Risco, a resistência ao uso muitas vezes vem de experiências negativas com produtos que não eram os ideais para aquele casal. Ela explica que a diversificação dos produtos, incentivada inclusive pelo Ministério da Saúde, busca tornar a experiência mais atrativa.

“Hoje existem preservativos com diferentes texturas, espessuras e estímulos sensoriais que contribuem para o prazer. A ideia de que o uso reduz a sensibilidade não é uma regra e pode estar mais ligada à escolha do produto ou ao uso incorreto”, explica a médica.

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Uma vida sexual ativa e saudável tem impacto direto no bem-estar
O prazer e o orgasmo liberam hormônios responsáveis pela diminuição do estresse e pela melhora do sono
É possível manter a sexualidade ativa e saudável até a terceira idade
No sexo, tudo é liberado desde que com total consentimento de todos os envolvidos e segurança
O sexo é um dos pilares para uma vida saudável, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)
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O impacto do bem-estar mental

Outro ponto fundamental destacado pela especialista é como o cérebro reage à segurança. A tranquilidade de saber que se está protegido contra ISTs e gravidez não planejada é um potente aliado da libido.

“Sentir-se protegido durante a relação pode reduzir a ansiedade e aumentar o relaxamento, fatores que influenciam diretamente na qualidade da experiência. Quando o cuidado com a saúde sexual está presente, o foco tende a se voltar mais para o momento, favorecendo a conexão entre os parceiros”, afirma Larissa.

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Além de gostoso, traz benefícios para a saúde
É o ápice da sensação de prazer, enquanto a ejaculação é a saída de fluidos corporais
O orgasmo feminino é caracterizado por sensações intensas de prazer e contrações musculares rítmicas na região pélvica
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É o ápice da sensação de prazer, enquanto a ejaculação é a saída de fluidos corporais
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É o ápice da sensação de prazer, enquanto a ejaculação é a saída de fluidos corporais

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Prevenção e responsabilidade no sexo

A médica reforça que falhas comuns, como a colocação tardia do preservativo, alimentam a percepção de baixa eficácia. Para ela, o acessório deve deixar de ser visto como uma interrupção e passar a ser parte natural do rito de cuidado e afeto.

“O preservativo deve ser visto como um aliado, não como um impedimento. Ele permite que as pessoas vivam sua sexualidade com mais liberdade, responsabilidade e tranquilidade”, conclui a médica, que atua em parceria com a DKT South America, detentora de marcas como a Prudence.

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