
Pouca vergonhaColunas

Cinquenta perguntas que você deve fazer para a parceria sobre sexo
Para garantir que o sexo seja prazeroso e confortável o diálogo é essencial, confira 50 perguntas que você deveria fazer a parceria
atualizado
Compartilhar notícia

De “você prefere” a “eu nunca”, provavelmente ainda existem coisas sobre seu parceiro e as preferências dele no sexo que você não sabe. Elaborar um jogo de perguntas e respostas é uma ótima maneira de descobrir o que vale ou não debaixo dos lençóis. Fazer questionamentos ao seu namorado ou namorada pode ajudar a criar uma conexão mais profunda com ele(a) e é uma forma de iniciar conversas que talvez não acontecessem sem um pequeno incentivo.
Então, se você quiser descobrir mais sobre os desejos e fantasias sexuais do seu parceiro(a), temos uma seleção de perguntas e sugestões para iniciar uma conversa que você pode usar a qualquer momento.

Mesmo que nem todas as perguntas se apliquem a você ou ao seu parceiro, ou sejam apropriadas para o seu relacionamento, você pode escolher as que melhor se adaptam a sua situação. A ideia é garantir que todos se divirtam.
Cinquenta perguntas para fazer em um relacionamento:
- Qual é a sua fantasia sexual mais obscena?
- Com quantas pessoas você já dormiu?
- Qual o lugar mais estranho onde você já fez sexo?
- Qual a sua parte favorita do meu corpo?
- Você já praticou sexo anal?
- Se você pudesse escolher o que eu estaria vestindo agora, o que você escolheria?
- Em que parte do seu corpo você prefere ser tocado(a)?
- Quando foi a última vez que você teve um sonho erótico?
- Se você pudesse fazer sexo em qualquer lugar do mundo, onde seria?
- Quando você fez sexo pela primeira vez?
- Qual foi a melhor relação sexual que você já teve?
- Qual é a sua posição favorita?
- Você já foi flagrado(a) fazendo sexo?
- Você assiste pornografia?
- Que tipo de pornografia você assiste?
- Com que frequência você se masturba?
- Dê um exemplo de uma posição sexual que você gostaria de experimentar?
- Você prefere dar ou receber?
- Qual foi o seu melhor orgasmo da vida?
- Você já nadou nu(a)?
- Você já transou com alguém do seu trabalho?
- Se estivéssemos jantando fora e eu dissesse que queria fazer sexo agora mesmo, o que você faria?
- Você já enviou fotos suas nua?
- Se você pudesse dormir com qualquer celebridade, quem seria?
- Você participaria/já participou de sexo em grupo?
- Qual foi o maior número de relações sexuais que você já teve em um único dia?
- Você faz sexo em voz alta ou em voz baixa?
- Você já experimentou usar comida durante as preliminares?
- Você já fez um vídeo íntimo?
- Qual é a primeira coisa que te atrai sexualmente em alguém?
- Você diria que tem algum fetiche?
- Quando se trata de BDSM, até onde você já foi/iria?
- Qual é o seu brinquedo favorito?
- Você já leu ficção erótica?
- Você diria que tem fetiches?
- Você gosta de sexo no chuveiro?
- Qual o lugar mais estranho onde você já se masturbou?
- Você gosta de levar palmadas?
- Qual foi a sua experiência sexual mais embaraçosa?
- Você já fantasiou com outra pessoa durante o sexo?
- Se eu te pegasse se masturbando, você pararia ou terminaria?
- Você já teve uma paixão inapropriada?
- Você já chorou ou adormeceu durante o sexo?
- Você prefere contato visual ou não durante o sexo?
- Você fica cansado(a) depois do sexo?
- Qual foi o período mais longo que você já ficou sem sexo?
- Você prefere ficar por cima ou por baixo?
- Você gosta de conversa picante?
- Você já fez sexo em um carro?
- Você prefere assumir o controle ou ser submisso(a)?
Diálogo como base
A sexóloga Chris Marcello destaca que o sexo é mais do que uma prática física — é uma linguagem íntima que conecta, revela e fortalece. “Em relacionamentos duradouros, ele pode ser o elo invisível que sustenta a parceria, mesmo quando a rotina tenta apagar o brilho. Não é sobre quantidade, é sobre presença. E quando bem vivido, vira espaço de escuta, afeto e cumplicidade.”
Um exemplo disso, segundo a profissional, é uma pesquisa realizada pela Universidade de Toronto e publicada no Journal of Personality and Social Psychology. Foram ouvidas 1.900 pessoas em relacionamentos longos, heterossexuais e homossexuais. O que descobriram? Que casais que acreditam que o sexo exige esforço e dedicação são mais satisfeitos e conectados.
Segundo a pesquisa, parceiros que esperam que o desejo se mantenha sozinho, “como mágica”, tendem a se frustrar. Ou seja: manter a chama acesa dá trabalho — e isso é ótimo, porque nos tira da zona de conforto.
“Quando a gente desacelera e se permite estar inteiro em um toque, em um olhar, em uma troca, o corpo vira espaço de encontro, uma experiência de conexão. Em tempos de distração constante, cultivar o erotismo é um ato de resistência”, reforça.
















