Paulo Cappelli

Lindbergh aciona STF após relator da CPMI do INSS dizer que ele usou drogas

Lindbergh Farias apresenta queixa-crime no STF contra Alfredo Gaspar após ser acusado de atuar sob o efeito de drogas no Congresso Nacional

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Reprodução
Lindbergh aciona STF após relator da CPMI do INSS dizer que ele usou drogas
1 de 1 Lindbergh aciona STF após relator da CPMI do INSS dizer que ele usou drogas - Foto: Reprodução

O deputado Lindbergh Farias (PL) protocolou uma queixa-crime no STF contra Alfredo Gaspar (PL) após o parlamentar de oposição afirmar que o petista teria “cheirado cocaína” antes de entrar no Congresso Nacional. Gaspar ganhou projeção nacional nos últimos meses por assumir a relatoria da CPMI do INSS.

Na ação, a defesa de Lindbergh aponta a prática dos crimes de calúnia, difamação e injúria. Segundo o documento, as declarações foram feitas por Gaspar em 27 de março de 2026, durante uma coletiva de imprensa na Câmara dos Deputados. O texto destaca um dos trechos da fala: “Deveria estar preso, criminoso. Você atacou a honra de um homem de bem. Deve ter cheirado cocaína. Deve ter vindo a serviço”.

Lindbergh aciona STF após relator da CPMI do INSS dizer que ele usou drogas - destaque galeria
8 imagens
Carlos Viana e Alfredo Gaspar, presidente e relator da CPMI do INSS
Lula e Lindbergh
Alfredo Gaspar e Flávio Bolsonaro na filiação de Gaspar ao PL
Vice-líder do PT Lindbergh Farias (PT-RJ)
Deputado Alfredo Gaspar
O líder do PT, Lindbergh Farias
1 de 8

O líder do PT, Lindbergh Farias

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Carlos Viana e Alfredo Gaspar, presidente e relator da CPMI do INSS
2 de 8

Carlos Viana e Alfredo Gaspar, presidente e relator da CPMI do INSS

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Lula e Lindbergh
3 de 8

Lula e Lindbergh

Reprodução
Alfredo Gaspar e Flávio Bolsonaro na filiação de Gaspar ao PL
4 de 8

Alfredo Gaspar e Flávio Bolsonaro na filiação de Gaspar ao PL

Divulgação
Vice-líder do PT Lindbergh Farias (PT-RJ)
5 de 8

Vice-líder do PT Lindbergh Farias (PT-RJ)

Reprodução / Metrópoles
Deputado Alfredo Gaspar
6 de 8

Deputado Alfredo Gaspar

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Lindbergh Farias, deputado federal pelo PT do Rio de Janeiro
7 de 8

Lindbergh Farias, deputado federal pelo PT do Rio de Janeiro

Fotos: HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Senadora Soraya Thronicke
8 de 8

Senadora Soraya Thronicke

Rafaela Felicciano/Metrópoles

Segundo os advogados, a acusação atinge a honra do parlamentar. “O querelado imputa um fato definido e desonroso ao querelante, qual seja, o de ter ‘cheirado cocaína’ para adentar ao plenário do congresso”, diz a petição. “Não há dúvidas de que a imputação realizada pelo querelado desonra o querelante, deputado federal eleito para representar diversos brasileiros, ao ser falsamente acusado de ter cheirado cocaína durante o expediente de trabalho”, completa.

A defesa sustenta ainda que as falas teriam ocorrido após Lindbergh e a senadora Soraya Thronicke (PSB) protocolarem uma notícia de fato na Polícia Federal (PF) contra Gaspar, na qual o acusam de estupro de vulnerável. Segundo o documento, os ataques teriam funcionado como uma “cortina de fumaça” diante da denúncia.

“Líder da bandidagem”

“O querelado buscou ofender o querelante com falas que não guardam pertinência com a grave denúncia de estupro de vulnerável, quiçá como uma cortina de fumaça, ao custo de sua honra”, afirma o texto.

A petição lista ainda outras declarações atribuídas a Gaspar, como chamá-lo de “criminoso”, “usuário de drogas”, “cafetão”, “líder da bandidagem” e “ladrão de dinheiro do povo”. O relator da CPMI do INSS também acionou o STF, no dia 31 de março, contra Lindbergh, após ser acusado dos crimes mencionados na denúncia apresentada à PF.

Lindbergh Farias é vice-líder do governo Lula na Câmara dos Deputados. A queixa-crime foi encaminhada ao presidente do STF, ministro Edson Fachin.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comPaulo Cappelli

Você quer ficar por dentro da coluna Paulo Cappelli e receber notificações em tempo real?