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Milena Teixeira

Boulos manterá ofensiva pela escala 6x1 apesar das críticas de Motta

Ministro Boulos vai manter ofensiva nas redes e continuará cobrando o avanço da PEC do fim da escala 6x1, apesar das críticas de Motta

25/05/2026 16:11, atualizado 25/05/2026 17:18
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MICHAEL MELO/METRÓPOLES @michaelmelo
Guilherme Boulos é ministro do governo Lula

Mesmo com as reclamações do presidente da Câmara dos Deputados, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, manterá o tom combativo nas redes sociais em defesa do fim da escala 6×1.

Em conversas com interlocutores, Boulos tem afirmado que continuará adotando o mesmo discurso sobre o tema.

Boulos manterá ofensiva pela escala  6×1 apesar das críticas de Motta - destaque galeria
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Guilherme Boulos e Hugo Motta
Boulos fala com a imprensa após votar na zona sul de SP
Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (Psol)
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Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (Psol)

Igo Estrela/Metrópoles
Guilherme Boulos e Hugo Motta
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Guilherme Boulos e Hugo Motta

Câmara dos Deputados / Reprodução
Boulos fala com a imprensa após votar na zona sul de SP
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Boulos fala com a imprensa após votar na zona sul de SP

DANILO M. YOSHIOKA/METRÓPOLES @danilomartinsyoshioka

O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) tem se mostrado incomodado com a atuação de Boulos no debate sobre o assunto, sobretudo devido às críticas direcionadas ao Congresso Nacional.

Desde o começo do debate, o ministro pressiona parlamentares a acelerarem o andamento da proposta. O auxiliar do presidente Lula foi um dos articuladores do envio de um projeto do governo sobre o tema, numa tentativa de avançar com a tramitação da medida.

Reunião de Lula com Motta

Após reunião com Lula, Motta afirmou, nesta segunda-feira (25/5), que a redução da jornada prevista na PEC do fim da escala 6×1 poderá ser implementada em até 14 meses.

Segundo o parlamentar, haverá uma redução imediata de duas horas na carga horária até 60 dias após a promulgação da proposta. Em seguida, outras duas horas seriam retiradas da jornada em até 12 meses.

Os efeitos da medida poderiam começar a ser sentidos ainda neste ano. De acordo com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, a implementação da jornada 5×2, com cinco dias de trabalho e dois de folga, também começaria até 60 dias após a promulgação do texto, acompanhada da redução inicial de duas horas na carga horária semanal.