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Igor Gadelha

Defesa de Lulinha e Centrão apostam que STF vetará prorrogação da CPMI

Plenário do STF julga, nesta quinta-feira (26/3), decisão que prorrogou CPMI do INSS, comissão que investiga Lulinha e aliados do Centrão

26/03/2026 02:00, atualizado 26/03/2026 12:01
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Rosinei Coutinho/SCO/STF
Imagem colorida do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) - Metrópoles

Caciques do Centrão e integrantes da defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, dão como certo, nos bastidores, que o plenário do STF vai impedir a prorrogação dos trabalhos da CPMI do INSS no Congresso Nacional.

O julgamento acontece nesta quinta-feira (26/3), quando os ministros do Supremo vão decidir se mantêm ou se derrubam a decisão monocrática do colega André Mendonça que prorrogou a comissão por mais 60 dias.

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Ministro André Mendonça é o relator do inquérito Banco Master no STF
Senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS
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Senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
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Antonio Augusto/STF
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Alice Rabello
Ministro André Mendonça é o relator do inquérito Banco Master no STF
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Ministro André Mendonça é o relator do inquérito Banco Master no STF

Gustavo Moreno/STF

Nas últimas horas, a coluna ouviu influentes lideranças do Centrão e membros da defesa de Lulinha para entender o que esperavam. A maioria foi unânime em prever que o plenário do STF vetará a prrogação da CPMI.

Com o julgamento, o plenário do Supremo tomará decisão antes do fim do prazo de funcionamento do colegiado. Originalmente, a comissão deveria encerrar seus trabalhos ainda nesta semana.

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O julgamento também beneficia o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Contrário à prorrogação, ele poderá esperar a decisão final do plenário do STF antes de cumprir a decisão de André Mendonça.

A defesa de Lulinha e diversos caciques do Centrão também são contra a prorrogação da CPMI, que incluiu o filho do presidente Lula e empresários ligados a parlamentares do bloco como alvos da comissão.