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Igor Gadelha

CPMI do INSS conta com prorrogação e marca depoimento de Galípolo

Atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, fez uma exigência à cúpula da CPMI do INSS em relação a seu depoimento

25/03/2026 11:09, atualizado 25/03/2026 11:12
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Breno Esaki/Metrópoles @BrenoEsakiFoto
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo

Confiante de que o plenário do STF vai manter a prorrogação dos trabalhos da comissão por 60 dias, a cúpula da CPMI do INSS já começou a marcar depoimentos para abril.

Um dos depoimentos já agendados pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), é o do atual presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo.

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Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo
CPMI do INSS
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central
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Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central

Agência Senado
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CPMI do INSS
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CPMI do INSS

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto

Segundo apurou a coluna, Viana marcou a oitiva de Galípolo para 6 de abril, a segunda-feira após a Semana Santa. A data foi acertada pelo presidente da CPMI com o banqueiro.

Na negociação, segundo apurou a coluna, Galípolo fez uma exigência: ele pediu que o depoimento não ocorresse no mesmo dia da oitiva de Roberto Campos Neto, ex-presidente do BC.

Tanto Galípolo quanto Campos Neto foram convidados a prestar depoimento à CPMI, e não convocados. Com isso, eles não são obrigados a comparecerem à comissão.

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A oitiva de Campos Neto, segundo apurou a coluna, ainda não está marcada, mas também deve acontecer em abril, assim como a do presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção.

Esses depoimentos dependem do julgamento da quinta-feira (27/3) em que o plenário do Supremo vai decidir se mantém a decisão do ministro André Mendonça que prorrogou a CPMI.