
Igor GadelhaColunas

CPMI do INSS conta com prorrogação e marca depoimento de Galípolo
Atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, fez uma exigência à cúpula da CPMI do INSS em relação a seu depoimento
atualizado
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Confiante de que o plenário do STF vai manter a prorrogação dos trabalhos da comissão por 60 dias, a cúpula da CPMI do INSS já começou a marcar depoimentos para abril.
Um dos depoimentos já agendados pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), é o do atual presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo.
Segundo apurou a coluna, Viana marcou a oitiva de Galípolo para 6 de abril, a segunda-feira após a Semana Santa. A data foi acertada pelo presidente da CPMI com o banqueiro.
Na negociação, segundo apurou a coluna, Galípolo fez uma exigência: ele pediu que o depoimento não ocorresse no mesmo dia da oitiva de Roberto Campos Neto, ex-presidente do BC.
Tanto Galípolo quanto Campos Neto foram convidados a prestar depoimento à CPMI, e não convocados. Com isso, eles não são obrigados a comparecerem à comissão.
A oitiva de Campos Neto, segundo apurou a coluna, ainda não está marcada, mas também deve acontecer em abril, assim como a do presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção.
Esses depoimentos dependem do julgamento da quinta-feira (27/3) em que o plenário do Supremo vai decidir se mantém a decisão do ministro André Mendonça que prorrogou a CPMI.





