Ala do Planalto quer ministros na linha de frente das críticas a Moraes
Ala do Palácio do Planalto cobra atuação mais incisiva de dois ministros do governo para poupar presidente Lula do ônus da crise no STF

Uma ala do Palácio do Planalto defende, nos bastidores, que ministros do governo ligados à área jurídica assumam a linha de frente das declarações sobre a crise no STF, incluindo possíveis críticas ao ministro Alexandre de Moraes.
Na avaliação dessas fontes palacianas, os ministros Wellington César Lima e Silva (Justiça) e Jorge Messias (AGU) deveriam atuar de forma mais incisiva na contenção de danos da crise, poupando o presidente Lula desse desgaste.
O objetivo seria evitar que Lula fique exposto e seja associado a Moraes. O presidente tem sido aconselhado por aliados a soltar a mão de Moraes, para evitar que a crise do STF respinge eleitoralmente no petista.
Nos bastidores, o ministro da Justiça já vem sendo alvo de críticas de integrantes do governo e do PT, que consideram “passiva” sua atuação diante da forte turbulência que Supremo atravessa.
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Ver todasAliados de Lula afirmaram à coluna, sob reserva, que Wellington não teria experiência no trato com o STF e tampouco teria se cercado de auxiliares com trânsito na Corte que pudessem ajudá-lo na condução da crise.
Messias, por sua vez, também tem sido cobrado por integrantes do Planalto por não se manifestar publicamente sobre o caso. A avaliação é dessa ala do governo é de que ele deveria ajudar a dividir o ônus da crise com Lula.










