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Justiça bloqueia ações do BRB ligadas ao Master e à Reag

Como revelou o Metrópoles, o grupo Master/Reag tornou-se dono de 25% do capital do BRB após comprar ações por meio de laranjas

atualizado

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Hugo Barreto/Metrópoles
Entrevista com o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa,  na nova sede do BRB.
1 de 1 Entrevista com o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, na nova sede do BRB. - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

A Justiça atendeu ao pedido do Banco de Brasília (BRB) e determinou bloqueio e arresto das ações da instituição financeira em posse dos investigados na Operação Compliance Zero.

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o ex-sócio do Master Maurício Quadrado, o investidor Nelson Tanure e o fundador da Reag, João Carlos Mansur, tornaram-se sócios do BRB após adquirem ações de dois laranjas, conforme revelou o Metrópoles.

O grupo Master/Reag, então, virou dono de 25% do capital do BRB.

O Metrópoles apurou que o arresto/bloqueio atinge ações do BRB de titularidade das seguintes pessoas e fundos:

  • Daniel Bueno Vorcaro;
  • Deneb Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia;
  • João Carlos Mansur;
  • Borneo Fundo de Investimento;
  • Siracusa Fundo de Investimento;
  • Blue Solutions Asset Management;
  • Daniel de Faria Jernônimo Leite;
  • Fundo de Investimento Multimercado Crédito Privado Investimento no Exterior;
  • Victoria Fundo de Investimento Multimercado Crédito Privado Investimento no Exterior;
  • Delta Fundo de Investimento;
  • Daniel Lopes Monteiro;
  • Casamata Administração e Participações;
  • Bandeirante Fundo de Investimento; e
  • Asterope Fundo de Investimento.

A 13ª Vara Cível do Distrito Federal concedeu liminar e determinou o bloqueio imediato de todas as ações dos citados e faça o ressarcimento ao banco.

No processo, o BRB declarou que os empresários investigados passaram a integrar o capital social do banco “de forma ilegal”.

O BRB tenta recompor a liquidez e o capital do banco após os prejuízos com o Banco Master.

Em fato relevante divulgado na noite desta quinta-feira (26/2), o BRB informou que, “diante de alguns resultados encontrados no âmbito da investigação independente”, realizada pela auditoria contratada da Machado Meyer com a Kroll, o BRB ajuizou “tutela cautelar em caráter antecedente com pedido liminar, visando o bloqueio e arresto de participações societárias detidas pelos réus no capital social do próprio BRB”.

Segundo o BRB, “a medida tem por objetivo possibilitar o futuro ressarcimento de prejuízos causados à companhia em razão de operações envolvendo o Banco Master – em liquidação extrajudicial e outras partes relacionadas”.

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