Quem é a filha de Mr. Catra que deixou presídio um ano após prisão
A influencer Julia Garcia Domingues é uma das filhas do músico Mr. Catra e estava detida no Rio de Janeiro desde julho de 2025

A influenciadora Julia Garcia Domingues deixou a prisão nesta segunda-feira (13/7) após passar cerca de um ano detida. Ela é uma das filhas do cantor Mr. Catra, que morreu em setembro de 2018, e foi presa acusada de integrar um esquema de fraudes em empréstimos consignados a aposentados.

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Ver todasVida de luxo
No Instagram, a jovem de 29 anos tem pouco mais de 15 mil seguidores e gosta de mostrar uma vida repleta de viagens, jantares, luxo, eventos e muito glamour. Ela também gosta de aparecer em ensaios fotográficos e em imagens ao lado do marido, Lenon Costa.
Julia é uma dos 32 filhos de Mr. Catra e gosta de publicar imagens de seus passeios. Sua última publicação na plataforma, feita em abril do ano passado, mostra a influencer em Búzios, na Região dos Lagos. Ela também já posou em Ilha Grande e Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio, e Salvador, na Bahia.
Prisão
Ela havia sido presa em 9 de julho de 2025 durante a Operação Falsa Portabilidade, deflagrada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para desarticular um esquema de fraudes em empréstimos consignados que tinha aposentados e pensionistas como principais vítimas.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA saída do Instituto Penal Djanira Dolores de Oliveira, unidade feminina localizada no Complexo de Bangu, na Zona Sudoeste do Rio, foi registrada em vídeo e publicada nas redes sociais do marido. Ao compartilhar as imagens, ele escreveu: “Liberdade eterna, gratidão sempre a Deus e os orixás. Agora é só vitória”.
A investigação apontou que Julia integrava um grupo suspeito de aplicar golpes por meio da chamada falsa portabilidade de crédito. Segundo a Polícia Civil, o esquema movimentou aproximadamente R$ 5 milhões ao longo dos últimos anos.
Segundo a Polícia Civil, Julia Garcia cedia contas bancárias para receber os valores obtidos com as fraudes. As investigações também indicam que o grupo utilizava documentos falsificados para viabilizar a contratação dos empréstimos.
















