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Fábia Oliveira

Monark polemiza e afirma que Luísa Sonza e Xuxa são mulheres trans

O influenciador Monark afirmou em seu canal no YouTube que a cantora Luísa Sonza, Michelle Bolsonaro e Xuxa são, na verdade, mulheres trans

13/07/2026 12:14
Reprodução/Redes sociais
Monark polemiza e afirma que Luísa Sonza e Xuxa são mulheres trans

O influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido nas redes como Monark, voltou a causar polêmica na internet após afirmar em seu canal no YouTube que a cantora Luísa Sonza, a apresentadora Xuxa Meneghel e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro são, na realidade, mulheres trans.

Veja:

Polêmica

Sem nenhuma prova sobre o assunto, Monark disse que Luísa Sonza “tem cara” de mulher trans e que seu “radar trans apita” para a esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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As declarações foram feitas em três vídeos diferentes. No primeiro deles, durante uma conversa com o comediante Cassius Ogro, Monark cita Whindersson Nunes e diz que ele não perdeu o filho, já que, segundo ele, a influenciadora Maria Lina nunca esteve grávida.

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“Eu não sei se ele perdeu o filho não, cara. Eu acho que a mina dele não era mina não. Acho que era uma trans”, diz ele, confundindo Maria Lina com Luísa Sonza. “Esqueci o nome dela, não é Maria Lina. Não foi com a outra lá? Porque a Luísa Sonza eu acho que é trans. Tem cara. É sim, esse mundo é perverso”, disse.

Xuxa e Michelle Bolsonaro

Em outro programa, numa conversa com Alessandro Santana, Monark diz que Michelle Bolsonaro também é uma mulher trans: “Ela eu desconfio que seja trans, cara. A Michelle Bolsonaro. Meu radar trans dá uma apitada pra ela. Tem uma cara que parece”, completou o influencer.

Já em um vídeo com a presença de Tiago Carvalho e Igor Caçamba, Monark diz que a apresentadora Xuxa Meneghel também é uma mulher trans: “O Pelé ficou com a Xuxa, que é trans. Daqui 20, 30 anos, vai sair na mídia todas essas histórias e [vão falar] ‘Monark tava certo’”, afirmou.

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Luísa Sonza impede que fã seja expulsa do palco
A eterna rainha dos baixinhos
Michelle Bolsonaro e Valdemar Costa Neto
Bruno Aiub, conhecido como Monark, era dono e um dos apresentadores da atração que faz enorme sucesso no YouTube, o Flow Podcast
Luísa Sonza
Bruno Aiub, conhecido como Monark, era dono e um dos apresentadores do Flow Podcast.
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Bruno Aiub, conhecido como Monark, era dono e um dos apresentadores do Flow Podcast.

Reprodução/Redes Sociais Monark
Luísa Sonza impede que fã seja expulsa do palco
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Luísa Sonza impede que fã seja expulsa do palco

Reprodução/Instagram
A eterna rainha dos baixinhos
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A eterna rainha dos baixinhos

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Michelle Bolsonaro e Valdemar Costa Neto
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Michelle Bolsonaro e Valdemar Costa Neto

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Bruno Aiub, conhecido como Monark, era dono e um dos apresentadores da atração que faz enorme sucesso no YouTube, o Flow Podcast
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Bruno Aiub, conhecido como Monark, era dono e um dos apresentadores da atração que faz enorme sucesso no YouTube, o Flow Podcast

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Luísa Sonza
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Luísa Sonza

Instagram/reprodução
Após a repercussão negativa, o apresentador se desculpou em vídeo nas redes sociais e disse que estava bêbado e que não soube expressar bem suas ideias
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Após a repercussão negativa, o apresentador se desculpou em vídeo nas redes sociais e disse que estava bêbado e que não soube expressar bem suas ideias

Reprodução

Fala sobre nazismo

  • Monark ficou três anos longe das redes sociais, após falar que o “nazista tinha que ter o partido reconhecido” durante um podcast.
  • A declaração teve ampla repercussão negativa e, à época, a Amazon chegou a interromper o vínculo com o Flow. Ele foi demitido do programa e alegou ter “conhecimento superficial” sobre o tema.
  • Em abril deste ano, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) voltou a pedir a condenação do influenciador pelas falas. O promotor Ricardo Manuel Castro defendeu que Monark pague R$ 4 milhões de indenização.
  • No documento, ao qual o Metrópoles teve acesso, Castro disse que o MPSP está “retratando a equivocada manifestação anterior” – que pediu que a acusação contra o youtuber fosse julgada improcedente, e pediu para que o teor dela seja “desconsiderado”, com base nas evidências apresentadas no decorrer anterior do processo.