
Claudia MeirelesColunas

Nutricionista explica se existe horário ideal para comer cuscuz
A nutricionista Pâmella Cardoso aponta os benefícios de consumir cuscuz e revela se há um horário correto para comer o alimento
atualizado
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Farofa, tapioca, mandioca, pão de queijo e a dupla arroz e feijão são alguns dos alimentos considerados “icônicos” na culinária brasileira. De cor amarelada, o cuscuz também deveria entrar nesse elenco de delícias tradicionais. Simples e acessível, esse floco de milho é uma boa fonte de carboidrato, fornece energia rápida, tem baixo teor de gordura e costuma ser bem tolerado pelo intestino, conforme classifica a nutricionista Pâmella Cardoso, de Goiânia (GO).
A especialista em emagrecimento e hipertrofia ressalta que o cuscuz “de milho” não contém glúten e, por isso, torna-se uma opção interessante para quem tem sensibilidade ou intolerância ao componente. Com relação ao melhor horário para comer o alimento, a profissional pontua: “Pode ser consumido em qualquer momento do dia”.
No café da manhã, o cuscuz é “excelente para fornecer energia”, segundo Pâmella. Ela prossegue: “No lanche da tarde, ajuda a evitar quedas de energia e beliscos. À noite, também pode entrar na refeição, desde que a porção seja adequada e combinada com proteína e vegetais”. A expert em nutrição salienta que “não existe um horário proibido”. “O importante é a quantidade e composição do prato”, defende.
Cuscuz ajuda a manter a energia
De acordo com a nutricionista, quando o cuscuz entra na rotina de forma equilibrada, associado a proteínas, fibras e gorduras boas, ajuda a manter a energia ao longo do dia e contribui para a saciedade. Por sua vez, se o alimento for consumido “sozinho”, em grandes quantidades ou com acompanhamentos bastante calóricos, tende a favorecer picos de glicemia. “Ao longo do tempo, colabora para o ganho de peso”, menciona.
A pós-graduada em emagrecimento e hipertrofia sugere combinar o consumo de cuscuz com ovos, frango, queijo, legumes, sementes ou vegetais.
“Isso aumenta a saciedade, melhora o controle glicêmico e torna a refeição mais completa do ponto de vista nutricional”, frisa. Ela recomenda ajustar a porção à necessidade individual, dentro de um acompanhamento nutricional, algo essencial para que o alimento seja um aliado da saúde, e não um vilão.

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