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Claudia Meireles

Médica aponta hábitos alimentares que podem aumentar a produção de gases

A coloproctologista Aline Amaro lista os hábitos e alguns alimentos que favorecem a produção de gases e causam a sensação de estufamento

31/08/2026 12:08, atualizado 31/08/2026 12:09
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Foto colorida de mulher sentada em sofá e com as mãos na barriga - Metrópoles

Quem nunca sentiu a sensação de barriga estufada e notou o aumento da produção de gases que atire a primeira pedra. De acordo com a coloproctologista Aline Amaro, de Brasília (DF), alguns hábitos alimentares favorecem bastante o surgimento desses sintomas.

A médica aponta que comer depressa, mastigar pouco, conversar excessivamente enquanto come, mascar chicletes e consumir bebidas gaseificadas tendem a intensificar a quantidade de ar engolida, gerando os incômodos.

Médica aponta hábitos alimentares que podem aumentar a produção de gases - destaque galeria
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Consumir bebidas gaseificadas com frequência intensifica o aumento da quantidade de ar engolida
Nos últimos anos, a ciência tem destacado a importância da microbiota intestinal, ou seja, do conjunto de bactérias que vivem em nosso intestino, para a saúde geral
Adotar bons hábitos favorece a saúde do cólon, que é a parte final do intestino
Comer depressa é um dos hábitos relacionados ao aumento da produção de gases
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Comer depressa é um dos hábitos relacionados ao aumento da produção de gases

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Consumir bebidas gaseificadas com frequência intensifica o aumento da quantidade de ar engolida
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Consumir bebidas gaseificadas com frequência intensifica o aumento da quantidade de ar engolida

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Nos últimos anos, a ciência tem destacado a importância da microbiota intestinal, ou seja, do conjunto de bactérias que vivem em nosso intestino, para a saúde geral
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Nos últimos anos, a ciência tem destacado a importância da microbiota intestinal, ou seja, do conjunto de bactérias que vivem em nosso intestino, para a saúde geral

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Adotar bons hábitos favorece a saúde do cólon, que é a parte final do intestino
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Adotar bons hábitos favorece a saúde do cólon, que é a parte final do intestino

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Alimentos

A especialista esclarece a respeito de determinados alimentos conterem carboidratos que são menos absorvidos pelo intestino delgado e, assim, acabam sendo fermentados pelas bactérias no cólon. “Essas opções podem aumentar gases em pessoas mais suscetíveis”, afirma.

Abaixo, Aline lista os alimentos:

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  • Feijão;
  • Lentilha;
  • Algumas frutas, como maçã e pera;
  • Vegetais, a exemplo de brócolis e couve-flor;
  • Alguns cereais;
  • Produtos que trazem na composição os adoçantes sorbitol, manitol e xilitol.

A coloproctologista pontua que leite e derivados costumam provocar distensão, gases e até diarreia em quem apresenta intolerância à lactose. Ela reitera que consumir esses alimentos e sentir os desconfortos não significa que “essas opções sejam ruins e devam ser retiradas das dietas de todas as pessoas.”

Na foto, uma pessoa serve leite em um copo. Bebida pode ser prejudicial para diabéticos
Entre os alimentos citados pela médica, constam leite e derivados

“Muitos desses alimentos são fontes importantes de fibras, vitaminas e outros nutrientes. A tolerância é muito individual”, garante a médica. Ela argumenta que uma elevação muito rápida da quantidade de fibras pode, inicialmente, aumentar a fermentação e os gases, embora esses macronutrientes tenham papel importante na saúde intestinal.

Segundo a especialista, alimentos gordurosos têm o potencial de intensificar a sensação de estufamento em algumas pessoas.

Foto colorida de tigela com feijão preto - Metrópoles
O feijão integra a lista dos alimentos que tendem a intensificar a produção de gases

Recomendação da médica

Após mencionar os hábitos e alimentos que favorecem os gases e o estufamento, Aline Amaro indica observar a relação entre alimentação e sintomas, eventualmente utilizando um diário alimentar, e evitar exclusões indiscriminadas.

“Dietas com redução de determinados carboidratos fermentáveis podem ser úteis em situações específicas, especialmente na síndrome do intestino irritável, mas devem ser temporárias e preferencialmente orientadas por um profissional capacitado”, conclui a coloproctologista.

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