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Canais no Youtube espalharam notícias contra Meghan e lucraram milhões

Uma pesquisa compilada pelo serviço de análise de dados Bot Sentinel descobriu que a duquesa de Sussex foi vítima de três canais anti-Meghan

atualizado 22/01/2022 10:13

Rosto de mulher de cabelos castanhos, maquiada e com blusa na cor verdeHeathcliff O'Malley - WPA Pool/Getty Images

Antes de entrar para a realeza britânica em 2018, Meghan Markle passou por maus bocados. A imprensa britânica vasculhou a vida da ex-atriz de Hollywood em busca de encontrar podres. Os conteúdos traziam comentários machistas e racistas visto que ela já havia se divorciado uma vez e tem ascendência afro-americana. Conforme publicou o portal Express, canais no YouTube lucraram milhões com notícias anti-Meghan.

Uma pesquisa compilada pelo serviço de análise de dados Bot Sentinel descobriu que a duquesa de Sussex foi vítima de três canais anti-Meghan —não divulgados — no YouTube nos últimos anos. De acordo com o Express, o relatório mostrou que, juntas, as plataformas somaram um total de 497 milhões de visualizações. Como consequência, os canais tiveram uma receita de 2,8 milhões de libras, o equivalente a R$ 20,72 milhões, em cotação atual.

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Em um comunicado, o serviço de análise Bot Sentinel escreveu: “É nossa opinião que várias das contas de ódio mais conhecidas e ativas estavam mirando jornalistas e comentaristas reais para aumentar sua visibilidade e amplificar sua campanha de ódio. Em alguns casos, eles foram bem-sucedidos”. Em 2019, Meghan afirmou ter sido uma das “pessoas mais troladas” do mundo.

Em março de 2020, Meghan Markle e o marido, o príncipe Harry, deixaram os cargos no alto escalão da realeza britânica. À época da decisão, eles disseram que estavam em busca de independência financeira. Um ano depois, quando concederam entrevista à apresentadora Oprah Winfrey, os duques de Sussex confessaram que um dos motivos para a renúncia foi a cobertura maldosa da imprensa.

Príncipe Harry e Meghan Markle
Os duques de Sussex abdicaram dos cargos reais, em março de 2020

Na entrevista, Meghan confidenciou que a cobertura negativa da imprensa britânica a levou a um ponto de limite. “Não via uma solução. Era quase insuportável”, contou a duquesa de Sussex à Oprah. A situação estava tão insustentável que ela chegou a ter pensamentos suicidas: “Eu não queria mais viver”.

A ex-atriz de Hollywood queria refutar as alegações midiáticas, entretanto, foi obrigada por colaboradores da Coroa britânica a permanecer “calada diante das mentiras”. Em julho, o portal Suggest investigou algumas notícias sobre Meghan e chegou à conclusão de que “há uma tentativa de demonizá-la ainda mais na imprensa”.

No ponto de vista dos profissionais do portal de checagem, a cobertura feita enfatiza a narrativa de que Meghan é uma narcisista e “escaladora social”.

Príncipe Harry, Meghan Markle e Oprah Winfrey
Clique da entrevista de Harry e Meghan à apresentadora Oprah Winfrey

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