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Milena Teixeira

As reações do PT da Bahia após a menção na delação de Vorcaro

Petistas baianos afirmam estar tranquilos e dizem não ter “agonia” com as citações da delação de Vorcaro, posteriormente rejeitada pela PF

Milena Teixeira12/06/2026 02:00, atualizado 12/06/2026 00:08
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Reprodução/ YouTube
Daniel Vorcaro CPMI STF

Caciques do PT da Bahia têm reagido nos bastidores à inclusão de integrantes da sigla na proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro e posteriormente rejeitada pela Polícia Federal.

Reservadamente, lideranças do partido de Lula afirmam não enxergar motivo para apreensão. Alegam que não “há agonia”, que dormem com a consciência tranquila e sustentam que qualquer irregularidade envolvendo a operação do programa Credcesta pelo Banco Master seria recebida com surpresa dentro da própria legenda.

Como revelou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, o acordo sugerido por Vorcaro menciona supostos pagamentos que teriam sido realizados como contrapartida à operação do programa Credcesta pelo Banco Master no estado.

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Líder do governo no Senado, Jaques Wagner
O banqueiro Daniel Vorcaro
Ministro da Casa Civil, Rui Costa
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Ministro da Casa Civil, Rui Costa

Ailton Fernandes | Casa Civil
Líder do governo no Senado, Jaques Wagner
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Líder do governo no Senado, Jaques Wagner

Rafael Nunes / Assessoria de imprensa do senador Jaques Wagner
O banqueiro Daniel Vorcaro
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O banqueiro Daniel Vorcaro

Arte sobre foto de divulgação

O Credcesta é um cartão de benefício consignado destinado a servidores públicos da ativa e aposentados, com parcelas descontadas diretamente na folha de pagamento.

O Banco Master operou o programa na Bahia entre 2018 e 2022, período em que o estado era administrado por Rui Costa (PT), atual ministro da Casa Civil.

Segundo interlocutores petistas, a única ligação conhecida entre integrantes do partido e o Banco Master remete ao episódio revelado pela coluna envolvendo a empresa da nora do senador Jaques Wagner (PT-BA).

A companhia da advogada e florista Bonnie de Bonilha firmou um contrato de R$ 12 milhões com a instituição financeira.

A avaliação ainda é de que a menção ao PT teria forte componente político para, segundo os petistas, prejudicar o presidente Lula. O argumento é que a Bahia seria o único elo capaz de associar o partido e chefe do Executivo ao Banco Master.

Delação rejeitada