Rolou na 4ª: embaixada invadida e Brics no Brasil de Bolsonaro

O PSL, sigla da qual Bolsonaro está saindo, criticou o que chama de "projetos personalistas e familiares e iniciativas pouco republicanas"

Michael Melo/MetrópolesMichael Melo/Metrópoles

atualizado 13/11/2019 22:16

Nesta quarta-feira (13/11/2019), a Embaixada da Venezuela em Brasília foi cenário de muita confusão, quando um grupo pró-Juan Guaidó, que se autodeclarou presidente interino daquele país, invadiu o local.

A Polícia Militar foi acionada e, quando chegou à embaixada, cerca de 30 pessoas estavam do lado de fora em apoio ao corpo diplomático. Houve troca de agressão entre os manifestantes. Eles derrubaram o portão e parte conseguiu entrar. A PM usou spray de pimenta para conter os ânimos e efetuou prisões.

Após 13 horas de ocupação, os apoiadores de Guaidó deixaram a embaixada venezuelana, pelos fundos, escoltados pela Polícia Militar.

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Teve início nesta quarta, também em Brasília, a 11ª Cúpula do Brics, bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e cujos líderes, mesmo com a queda no crescimento econômico do Brasil e da Rússia, lutam para se manterem relevantes na arena global.

Anfitrião, o presidente Jair Bolsonaro encerrou o Fórum Empresarial dos Brics com um discurso de pouco mais de cinco minutos, no qual destacou a abertura do mercado e defendeu a recuperação da confiança do país no exterior.

“Quero dizer aos senhores que o Brasil mudou. O Brasil começou a abrir o seu mercado para o mundo. Com medidas concretas, cada vez mais nós recuperamos a confiança do mundo”, afirmou Bolsonaro”.

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