Motta diz que apoio de Lula foi “essencial” para aprovação da PEC 6×1
Proposta que acaba com a escala 6×1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados nessa quarta-feira (27/5) e segue para análise no Senado
atualizado
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quinta-feira (28/5) que o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi “essencial” para a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1.
A declaração foi publicada por Motta na rede social X, em resposta a uma postagem de Lula sobre a aprovação da proposta na Câmara. O texto foi aprovado em dois turnos na quarta-feira (27/5) e agora segue para análise do Senado Federal.
“Tenho muita honra e felicidade de presidir a Câmara dos Deputados neste momento histórico em que o Parlamento brasileiro entrega ao país uma reforma voltada à vida das pessoas. Debatemos, dialogamos, divergimos e construímos consensos possíveis. Também registro que o apoio do presidente Lula nessa jornada foi essencial”, escreveu Motta.
Confira:
Tenho muita honra e felicidade de presidir a Câmara dos Deputados neste momento histórico em que o Parlamento brasileiro entrega ao país uma reforma voltada à vida das pessoas.
Debatemos, dialogamos, divergimos e construímos consensos possíveis. Também registro que o apoio do… https://t.co/HdaAMqYRGc
— Hugo Motta (@HugoMottaPB) May 28, 2026
Lula classificou a aprovação da PEC como uma “conquista histórica e civilizatória” e também agradeceu a Motta e aos parlamentares que apoiaram o texto na Câmara.
Fim da escala 6×1
A PEC do fim da escala 6×1 prevê redução da jornada semanal para 40 horas, dois dias de descanso por semana e manutenção dos salários. Segundo Motta, esses pontos foram tratados como “inegociáveis” nas discussões entre Câmara e governo federal.
Após a votação, o presidente da Câmara afirmou que a proposta representa uma das maiores mudanças para os trabalhadores desde a Constituição de 1988. Ele também rebateu críticas sobre possíveis impactos econômicos para empresas e disse que “avanços civilizatórios” historicamente enfrentam resistência.
No primeiro turno, a proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo, foram 461 votos a favor e 19 contra.












