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Brasil

Média móvel de mortes no Brasil tem alta de 42,5% em relação a 14 dias

Em números absolutos, o país registrou 194 óbitos em decorrência da Covid-19 e 18.615 novas infecções de coronavírus nas últimas 24 horas

22/11/2020 18:08, atualizado 22/11/2020 22:20
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Paciente em maca e profissionais de saúde

Depois de o Brasil ultrapassar 6 milhões de casos, na última sexta-feira (20/11), a média móvel de mortes por Covid-19 ficou, neste domingo (22/11), em 483. Nesse sábado (21/11), a contabilização foi de 475,56. Apesar disso, em comparação com a média móvel registrada há 14 dias, houve alta de 42,5%.

Devido ao tempo de incubação do novo coronavírus, adotou-se a recomendação de especialistas para que a média móvel do dia seja comparada à de duas semanas atrás. Variações na quantidade de mortes ou de casos de até 15% para mais ou para menos não são significativas em relação à evolução da pandemia. Já percentuais acima ou abaixo devem ser encarados como tendência de crescimento ou de queda.

Em números absolutos, o país registrou 194 óbitos em decorrência da Covid-19 e 18.615 novas infecções de coronavírus nas últimas 24 horas, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). No total, o Brasil já perdeu 169.183 vidas e contabilizou 6.071.401 casos de Covid-19.

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Os cálculos são feitos pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, e se baseiam nos relatórios repassados pelo Ministério da Saúde. Essas informações também alimentam o painel interativo com notícias sobre a pandemia desde o primeiro caso registrado no país.

Média móvel

Acompanhar o avanço da pandemia de Covid-19 com base em dados absolutos de morte ou de casos está longe do ideal. Isso porque eles podem ter variações diárias muito grandes, principalmente atrasos nos registros. Nos fins de semana, por exemplo, é comum perceber redução significativa dos números.

Para reduzir esse efeito e produzir uma visão mais fiel do cenário, a média móvel é amplamente utilizada ao redor do mundo. A taxa, então, representa a soma das mortes divulgadas em uma semana dividida por sete. O nome “móvel” é porque varia conforme o total de óbitos dos sete dias anteriores.

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A taxa de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) destinados a pacientes com o vírus encontra-se na casa do 60%
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A taxa de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) destinados a pacientes com o vírus encontra-se na casa do 60%

Rafaela Felicciano/Metrópoles
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Rodrigo Santos/SES-AM
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Paula Fróes/GOVBA