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Brasil

Lira e Pacheco parabenizam vitória de Milei: "Escolha democrática"

Presidente eleito da Argentina, Javier Milei venceu o segundo turno das eleições nesse domingo (19/11)

20/11/2023 11:49
Marcos Oliveira / Agência Senado
Os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e Rodrigo Pacheco, do Senado, olham para o lado postados frente a frente em cerimônia - Metrópoles

Os presidentes do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), parabenizaram nesta segunda-feira (20/11) o presidente eleito da Argentina, Javier Milei. Ele venceu o segundo turno das eleições nesse domingo (19/11), contra o atual ministro da economia Sergio Massa.

Pacheco e Lira ressaltaram a vitória democrática do candidato. “Parabéns ao presidente eleito da Argentina, Javier Milei, e à Argentina pela escolha democrática do novo mandatário do país”, escreveu Lira.

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“A Câmara dos Deputados continuará trabalhando para estreitar ainda mais as relações comerciais, políticas e culturais entre as duas nações”, finalizou o deputado.

“Felicito o recém-eleito presidente da Argentina, Javier Milei, a quem desejo uma administração profícua para o povo argentino, que o escolheu de maneira democrática e republicana”, destacou Pacheco. “Reafirmo meu compromisso com o diálogo e com o fortalecimento das relações entre as duas nações, e coloco à disposição o Congresso brasileiro para iniciativas que busquem esse objetivo.”

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Milei, economista ultraliberal, derrotou Sergio Massa na eleição
Javier Milei foi eleito presidente da Argentina
O economista Javier Milei toma posse como presidente da Argentina no dia 10 de dezembro
Milei, novo presidente da Argentina, durante debate
Javier Milei e Sergio Massa, candidatos à Presidência da Argentina
Javier Milei é o novo presidente da Argentina
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Javier Milei é o novo presidente da Argentina

Reprodução/lalibertadavanzaoficial
Milei, economista ultraliberal, derrotou Sergio Massa na eleição
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Milei, economista ultraliberal, derrotou Sergio Massa na eleição

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Javier Milei foi eleito presidente da Argentina
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Javier Milei foi eleito presidente da Argentina

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O economista Javier Milei toma posse como presidente da Argentina no dia 10 de dezembro
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O economista Javier Milei toma posse como presidente da Argentina no dia 10 de dezembro

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Milei, novo presidente da Argentina, durante debate
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Milei, novo presidente da Argentina, durante debate

Tomas Cuesta/Getty Images
Javier Milei e Sergio Massa, candidatos à Presidência da Argentina
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Javier Milei e Sergio Massa, candidatos à Presidência da Argentina

Agustin Marcarian - Pool/Getty Images
Javier Milei em campanha
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Javier Milei em campanha

Ricardo Ceppi/Getty Images
Javier Milei em comemoração
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Javier Milei em comemoração

Reprodução/Redes Sociais

Como mostrou a coluna Guilherme Amado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentará, de início, criar um ambiente conciliador com Javier Milei, ignorando os ataques de que foi alvo durante a campanha do ultraliberal eleito presidente da Argentina.

O Palácio do Planalto entende que Lula deve ser altivo e, a menos que os ataques continuem e escalem, ignorar o que ocorreu no passado e eventuais cutucadas no começo do relacionamento bilateral. A diplomacia seguirá com acordos de cooperação e outras iniciativas fora do plano presidencial, conforme contou a coluna na semana passada.

A propósito, o Planalto acha que Milei precisará do Brasil mais cedo do que imagina, em grande parte devido ao agravamento dos problemas econômicos argentinos, em decorrência da política econômica ultraliberal a ser implantada por lá.

Quem é Milei

O novo mandatário vai tomar posse em 10 de dezembro. Nascido em Buenos Aires e formado em economia pela Universidade de Belgrano, o autodeclarado “anarcocapitalista”.

O partido do presidente eleito, liderado pelo próprio Milei, defende tendências conservadoras em temáticas sociais e postura ultraliberal em assuntos econômicos.

Entre suas propostas, está a ideia de fechar o Banco Central argentino – para essa ação, ele usa o termo “dinamitar”.

Milei aponta que uma redução drástica nos gastos públicos é essencial. Nesse sentido, entram em pauta propostas como o fim de programas sociais e a redução no número de ministérios para oito (atualmente são 18).