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Justiça

Cármen Lúcia vota contra tirar Weintraub do inquérito das fake news

A ministra seguiu o voto do relator, Edson Fachin. Pedido foi impetrado por André Mendonça, chefe da Justiça e Segurança Pública

15/06/2020 15:36, atualizado 15/06/2020 15:51
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Daniel Ferreira/Metrópoles
Cármen Lúcia vota contra tirar Weintraub do inquérito das fake news

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta segunda-feira (15/06) pela rejeição do pedido que pretende tirar o ministro da Educação, Abraham Weintraub, do inquérito das fake news. A medida foi tomada no plenário virtual da Corte.

O relator do caso, ministro Edson Fachin, já havia votado. Ele não acolheu o habeas corpus apresentado pelo ministro da Justiça, André Mendonça. Para ele, a peça não foi o tipo de ação adequada para questionar a atuação do Supremo frente ao inquérito.

Os julgamentos no plenário virtual permitem que os ministros apresentem os votos de casa, sem precisar comparecer presencialmente às sessões do STF.

Cármen Lúcia vota contra tirar Weintraub do inquérito das fake news - destaque galeria
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Ele assumiu o lugar de Ricardo Vélez, em 2019
O ministro foi alvo de críticas por causa de cortes em bolsas de pesquisa
Ele é um forte aliado do presidente Jair Bolsonaro
Abraham Weintraub deixou o MEC
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Abraham Weintraub deixou o MEC

Andre Borges/Especial para o Metrópoles
Ele assumiu o lugar de Ricardo Vélez, em 2019
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Ele assumiu o lugar de Ricardo Vélez, em 2019

Gabriel Jabur/MEC
O ministro foi alvo de críticas por causa de cortes em bolsas de pesquisa
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O ministro foi alvo de críticas por causa de cortes em bolsas de pesquisa

Andre Borges/Esp. Metrópoles
Ele é um forte aliado do presidente Jair Bolsonaro
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Ele é um forte aliado do presidente Jair Bolsonaro

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Entenda

O pedido foi apresentado no dia 27 de maio, pelo ministro da Justiça, André Mendonça. O habeas corpus pretende beneficiar o ministro Weintraub e “todos aqueles que tenham sido objeto de diligências e constrições” no inquérito das fake news. A intenção é trancar, ou seja, suspender o inquérito para o grupo.

A ação foi apresentada horas depois de uma operação da Polícia Federal que cumpriu 29 mandados de busca e apreensão, atingindo blogueiros e empresários aliados do presidente Jair Bolsonaro. A ação da PF ocorreu no âmbito do inquérito das fake news, que apura a disseminação de notícias falsas, ameaças a integrantes da Corte e seus familiares.