Hoje é 4ª: Lava Jato x Dodge, Bolsonaro x Bachelet e Previdência segue

A ex-presidente Dilma Rousseff voltou ao Congresso Nacional pela primeira vez após impeachment que a tirou da Presidência da República

Antonio Augusto / Secom / PGRAntonio Augusto / Secom / PGR

atualizado 04/09/2019 23:31

Nesta quarta-feira (04/09/2019), os seis procuradores que integram a força-tarefa da Lava Jato na Procuradoria-Geral da República pediram demissão coletiva. Eles se rebelaram contra a procuradora-geral Raquel Dodge e anunciaram a decisão em mensagem enviada a colegas em grupos de WhatsApp.

“Devido a uma grave incompatibilidade de entendimento dos membros desta equipe com a manifestação enviada pela PGR ao STF na data de ontem (03.09.2019), decidimos solicitar o nosso desligamento do GT Lava Jato e, no caso de Raquel Branquinho, da SFPO [Secretaria da Função Penal Originária]”, escreveram.

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Também nesta quarta, após receber críticas da alta comissária da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) respondeu à ex-presidente chilena com ataques ao pai dela, Alberto Bachelet, morto sob o regime de Pinochet.

“Diz ainda que o Brasil perde espaço democrático, mas se esquece que seu país só não é uma Cuba graças aos que tiveram a coragem de dar um basta à esquerda em 1973. Entre esses comunistas, o seu pai brigadeiro à época”, disse o presidente.

Confira o desenrolar desse assunto:

Ainda nesta quarta, o relator da reforma da Previdência, Tasso Jereissati (PSDB-CE), apresentou um voto complementar à proposta e deu início à leitura do novo texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ele já havia apresentado um parecer inicial na semana passada, com apenas duas modificações. No entanto, o colegiado apresentou quase 500 sugestões de alterações.

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