Flávio defende o pai e ataca o governo Lula: “Não roubou os velhinhos”

Senador fez uma série de afirmações após condenação para sustentar que ninguém “tem que ter medo do presidente Bolsonaro”

atualizado

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Flávio Bolsonaro
1 de 1 Flávio Bolsonaro - Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez, nesta quinta-feira (11/9), uma série de ataques ao governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para defender o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), da condenação imposta a ele por golpe de estado e outros quatro crimes pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

“O presidente Bolsonaro, durante quatro anos, jamais tomou qualquer decisão fora da constituição. Não roubou um centavo, o presidente Bolsonaro não roubou a Petrobras, não roubou os velhinhos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)”, disparou em relação ao escândalo dos descontos ilegais de aposentados e pensionistas.

Ainda na fala à imprensa, feita na porta da residência do ex-presidente, em Brasília, Flávio afirmou que Jair Bolsonaro é um democrata.

“O presidente não fez amizades com ditadores. Ele é a favor de democracias e é contra a censura. Então, não tem que ter medo do presidente Bolsonaro. Então, jamais ele ia concordar com o plano de matar alguém”, afirmou em relação ao plano Punhal Verde e Amarelo, que, conforme investigação da Polícia Federal (PF), visava a matar Lula, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e o ministro do STF Alexandre de Moraes.

Condenação de Bolsonaro

A Primeira Turma do STF formou maioria nesta quinta para condenar, por quatro votos a um, Bolsonaro pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado. A pena aplicada a Bolsonaro pela trama golpista é de 27 anos e 3 meses de prisão.

A condenação também foi imposta, pelo menos em parte dos crimes, aos outros sete réus na Ação Penal 2.668. São eles: Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça; Augusto Heleno, general e ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa; e Walter Braga Netto, general e ex-ministro da Casa Civil.

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