Corpo de Raul Jungmann é cremado em Brasília
Família e personalidades políticas, como o ministro do STF Gilmar Mendes, compareceram ao velório do ex-ministro da Justiça
atualizado
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O corpo do ex-ministro da Justiça Raul Jungmann foi cremado nesta segunda-feira (19/11) após velório no Cemitério da Boa Esperança, em Brasília. Jungmann morreu no domingo (18/1), depois de uma luta contra um câncer de pâncreas, doença diagnosticada em 2024.
Personalidades políticas compareceram ao velório de Jungmann, entre elas o ministro decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o comandante do Exército, general Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, que representou o ministro da Defesa, José Múcio.
“Eu estou aqui, neste momento, também representando o ministro Múcio, que está embarcado em um navio da Marinha em missão, pediu para eu vir para cá. Então, ele tinha uma interlocução muito boa conosco”, declarou o oficial à imprensa.
O ex-ministro estava internado no hospital DF Star, em Brasília. Jungmann comandou os ministérios da Defesa e da Segurança Pública na gestão Temer e, anteriormente, ocupou o Desenvolvimento Agrário e a Política Fundiária durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
Em despedida, filhos destacam capacidade de diálogo
Os filhos de Jungmann falaram sobre o pai à imprensa durante o velório.
“Que tenhamos força, coragem, ousadia e criatividade para dialogar, para conversar, não só com nossos pares, mas também com os diferentes. Que todos possamos sentar à mesa, como ele fazia muito. Por isso, ele conversou com militares, esquerda, direita e centro, com indígenas e com grandes empresários, porque a gente precisa conversar com os diferentes e, nas diferenças, achar soluções para um Brasil melhor”, disse a advogada Júlia Jungmann.
