Caso Henry Borel: Monique diz suspeitar que Jairinho a dopou e matou criança
Mãe de Henry Borel disse que o ex-vereador tinha o costume de colocar remédio no vinho que oferecia a ela
atualizado
Compartilhar notícia

Monique Medeiros, mãe de Henry Borel e ré acusada de participação na morte do menino em 2021, afirmou nesta terça-feira (2/6), durante depoimento no nono dia de julgamento, que não presenciou o que aconteceu com o filho porque suspeita ter sido dopada por Jairinho, ex-vereador e padrasto da criança.
Ela disse que estava dormindo quando o assassinato do filho teria sido cometido, na madrugada do dia 8 de março de 2021, na residência da família em Jacarepaguá, Zona Sudoeste da cidade. A professora ainda detalhou que teria adormecido muito rápido naquela noite e foi acordada por Jairinho, com a notícia de que o filho estava respirando mal.
Monique ainda afirmou que Jairinho costumava lhe dar medicamentos para dormir e, em algumas ocasiões, ela até percebia a presença de remédios triturados em taças de vinho oferecidas por ele.
A expectativa é que o resultado do julgamento saia ainda nesta semana. Segundo a acusação, Henry morreu após ser agredido por Jairinho e Monique teria sido omissa, contribuindo assim para a morte da criança. Segundo laudo, ele morreu por laceração hepática de ação contundente.
















