1 de 1 Ministro Luiz Fux - 10 de setembro - STF plenario da primeira turma - Julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mais sete aliados, na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) - Metrópoles
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Após acolher duas preliminares das defesas dos réus na ação penal da suposta trama golpista, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) no sentido de atender aos benefícios do acordo da delação premiada para o tenente-coronel Mauro Cid.
A Primeira Turma do STF retomou, nesta terça (9) o julgamento de Bolsonaro e outros sete réus com o voto do ministro Luiz Fux.
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“Esse colaborador acaba se autoincriminando. Ele confessa. Nesse sentido, me parece desproporcional a anulação e a rescindibilidade dessa delação”, disse Fux.
Anteriormente, Fux defendeu que o julgamento do caso deveria ser em primeira instância e, se fosse no STF, que ocorresse no plenário. “Ao julgar em uma das turmas, estaríamos silenciando a voz de ministros. A Constituição diz que somos 11 ministros. Seria necessário julgar pelo plenário com a racionalidade funcional que temos”, ressaltou o ministro, defendendo a nulidade de todos os atos praticados pelo STF.
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Primeira Turma do STF durante julgamento
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O ministro do STF Luiz Fux votou pela anulação do processo contra Bolsonaro
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Alexandre de Moraes, ministro do STF
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O ministro do STF Luiz Fux
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Ministra Cârmen Lúcia, do STF
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STF: Primeira Turma
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Matheus Milanez, advogado de defesa do general Augusto Heleno
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Parlamentares acompanham sessão no STF
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Ministro Luiz Fux
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Ministro Cristiano Zanin durante julgamento
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Parlamentares no STF
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Deputado Ivan Valente
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Deputado Luciano Zucco
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Paulo Gonet, procurador-geral da República, durante julgamento
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O ministro do STF Luiz Fux
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Ministro Flávio Dino, do STF
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O ministro do STF Luiz Fux, o único magistrado que votou pela absolvição de Braga Netto
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Reforço de segurança no STF
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Primeira Turma do STF
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Paulo Bueno, advogado de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro
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Luiz Fux, ministro do STF
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Alexandre de Moraes pediu condenação de Jair Bolsonaro e outros sete réus por golpe de Estado
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Ministro Flávio Dino, do STF
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Ministro Alexandre de Moraes, do STF
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Parlamentares em sessão no STF
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Ministro Alexandre de Moraes, do STF
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José Luis de Oliveira Lima, advogado de Braga Netto
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Luiz Fux, ministro do STF
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Alexandre de Moraes, ministro do STF
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Ministro Luiz Fux
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Além disso, Fux apontou o cerceamento da defesa no processo, acolhendo uma terceira preliminar.
O magistrado é o terceiro a votar no julgamento da trama golpista, que tem placar de 2 x 0 pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete réus, com os votos dos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino.
Após as preliminares, Fux vota o mérito do processo. Caso siga o relator, Alexandre de Moraes, o STF formará maioria pela condenação dos réus. Nessa terça-feira (9/9), os ministros Moraes e Flávio Dino votaram pela condenação de Bolsonaro e aliados.