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Blog do Noblat - 22 anos

Uma semana de derrotas para Arthur Lira

As principais notícias da manhã desta sexta-feira (12/12)

12/12/2025 12:10, atualizado 12/12/2025 12:12
KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
O deputado federal Arthur Lira Progressistas AL durante coletiva à imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados, antes da votação da reforma do Imposto de Renda Metropoles

Lira x Motta. Arthur Lira anda irritado com seu pupilo Hugo Motta. O presidente da Câmara pautou a cassação do deputado do PSol Glauber Braga, seu inimigo político, mesmo sem ter a certeza dos votos. Com isso, Braga foi suspenso por seis meses. Lira tem dito a interlocutores que Motta está sem pulso para comandar a Casa e não escuta ninguém.

Lira x governo. Outro desgosto do ex-presidente da Câmara foi com o governo, após o plenário salvar Glauber Braga. Como o Metrópoles noticiou na coluna Andreza Matais, o secretário de Assuntos Legislativos do Planalto, André Ceciliano, chegou a ameaçar cortar emendas de deputados que votassem a favor da cassação.

E para completar a semana de Lira. A PF realiza a Operação Transparência, que apura irregularidades em emendas parlamentares. Um dos alvos é Mariângela Fialek, aliada de Lira que controlava a planilha do orçamento secreto durante a Presidência do deputado alagoano. Fialek ocupa hoje cargo na liderança do PP e foi conselheira na Caixa e na Codevasf

Panos quentes. Lula deveria procurar Motta novamente para apoiá-lo em momento de fragilidade, avaliam aliados. Segundo esses interlocutores, apesar dos embates com o Palácio do Planalto, Motta tem entregado muito mais do que tirado do governo Lula, principalmente na agenda econômica, segundo matéria  do G1.

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Beto Louco quer falar mas PGR não quer ouvir. O empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, tenta fazer um acordo de delação premiada citando políticos, entre eles, Davi Alcolumbre (União-AP). A negociação foi rejeitada pela PGR, diz texto no uol, mas pode ser retomada. O empresário é investigado na Operação Carbono Oculto, que apura lavagem de dinheiro em postos de combustíveis em São Paulo

STF avalia transferência de Bolsonaro para Papudinha. Além do espaço ser pequeno – de apenas doze metros quadrados –, o ex-presidente alega falta de equipe médica para uma eventual emergência. A Papudinha, além de ser maior, com cerca de sessenta metros quadrados, possui equipe médica própria do sistema carcerário do Distrito Federal em caso de emergência, segundo a cnn