Uma semana de derrotas para Arthur Lira

As principais notícias da manhã desta sexta-feira (12/12)

atualizado

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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
O deputado federal Arthur Lira Progressistas AL durante coletiva à imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados, antes da votação da reforma do Imposto de Renda Metropoles
1 de 1 O deputado federal Arthur Lira Progressistas AL durante coletiva à imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados, antes da votação da reforma do Imposto de Renda Metropoles - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Lira x Motta. Arthur Lira anda irritado com seu pupilo Hugo Motta. O presidente da Câmara pautou a cassação do deputado do PSol Glauber Braga, seu inimigo político, mesmo sem ter a certeza dos votos. Com isso, Braga foi suspenso por seis meses. Lira tem dito a interlocutores que Motta está sem pulso para comandar a Casa e não escuta ninguém.

Lira x governo. Outro desgosto do ex-presidente da Câmara foi com o governo, após o plenário salvar Glauber Braga. Como o Metrópoles noticiou na coluna Andreza Matais, o secretário de Assuntos Legislativos do Planalto, André Ceciliano, chegou a ameaçar cortar emendas de deputados que votassem a favor da cassação.

E para completar a semana de Lira. A PF realiza a Operação Transparência, que apura irregularidades em emendas parlamentares. Um dos alvos é Mariângela Fialek, aliada de Lira que controlava a planilha do orçamento secreto durante a Presidência do deputado alagoano. Fialek ocupa hoje cargo na liderança do PP e foi conselheira na Caixa e na Codevasf

Panos quentes. Lula deveria procurar Motta novamente para apoiá-lo em momento de fragilidade, avaliam aliados. Segundo esses interlocutores, apesar dos embates com o Palácio do Planalto, Motta tem entregado muito mais do que tirado do governo Lula, principalmente na agenda econômica, segundo matéria  do G1.

Beto Louco quer falar mas PGR não quer ouvir. O empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, tenta fazer um acordo de delação premiada citando políticos, entre eles, Davi Alcolumbre (União-AP). A negociação foi rejeitada pela PGR, diz texto no uol, mas pode ser retomada. O empresário é investigado na Operação Carbono Oculto, que apura lavagem de dinheiro em postos de combustíveis em São Paulo

STF avalia transferência de Bolsonaro para Papudinha. Além do espaço ser pequeno – de apenas doze metros quadrados –, o ex-presidente alega falta de equipe médica para uma eventual emergência. A Papudinha, além de ser maior, com cerca de sessenta metros quadrados, possui equipe médica própria do sistema carcerário do Distrito Federal em caso de emergência, segundo a cnn

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