Mirelle Pinheiro

Ex-assessora de Lira é alvo da PF em operação contra desvio de emendas

Deflagrada nesta sexta (12/12), a operação é fruto de investigação sobre crimes de peculato, falsidade ideológica e corrupção

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida de Mariangela Fialek - Metrópoles - Foto: Reprodução/Rede sociais

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira (12/12) operação para cumprir, em Brasília (DF), dois mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Um dos alvos é Mariângela Fialek (foto em destaque), ex-assessora do deputado Arthur Lira (PP).

Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, atualmente está lotada na Liderança do Partido Progressista na Câmara dos Deputados. O celular dela foi apreendido.

Lira não é alvo da operação, que cumpriu mandados na Câmara dos Deputados.

Batizada de Transparência, a ação policial tem como objetivo apurar irregularidades na destinação de recursos públicos por meio de emendas parlamentares.

A operação desta sexta é desdobramento de investigação que teve depoimentos prestados à Polícia Federal pelos deputados Glauber Braga (PSOL-RJ), José Rocha (União-BA), Adriana Ventura (Novo-SP), Fernando Marangoni (União-SP) e Dr. Francisco (PT-PI). Também foi ouvido o senador Cleitinho (Republicanos-MG).

Os deputados foram ouvidos pelo federais que investigam a liberação e o desvio de emendas parlamentares, no âmbito do Orçamento Secreto, em montante total de R$ 4,2 bilhões.

Estão sendo apurados os crimes de peculato, falsidade ideológica, uso de documento falso e corrupção. A operação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, que derrubou o sigilo por volta de meio dia desta sexta.

Outro lado de Lira

O deputado Arthur Lira comentou a operação em conversa com a reportagem do Metrópoles. “Tuca é uma funcionária ligada à Presidência da Câmara”, iniciou ele, que citou servidores ligados a outros chefes de Poderes. “Agora, acho errado falar que é uma busca por desvio de emendas antes de investigar”, completou ele.

“Ela é uma técnica espetacular de orçamento, não tem nada na vida dela que desabone. Ela é uma funcionária da casa que trabalha para todos os partidos, direita, esquerda, do PT ao PSOL”, afirmou ainda Arthur Lira.

O Metrópoles procurou a defesa de Mariângela, e aguarda retorno.

 

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