Pelo amor de Deus, tirem esse homem do palco!  

Em respeito a ele mesmo, e por tudo que já fez pelo seu país

atualizado

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Kevin Dietsch/Getty Images
Imagem colorida de Joe Biden durante entrevista coletiva
1 de 1 Imagem colorida de Joe Biden durante entrevista coletiva - Foto: Kevin Dietsch/Getty Images

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, foi reprovado no novo teste que escolheu para confirmar que segue apto a governar apesar de sua idade avançada (81 anos) e a derrotar Donald Trump nas eleições de novembro próximo.

Foi um Biden confuso, travado e com lapsos de memória que debateu com Trump no último dia 26 de junho. Ali, acendeu a luz vermelha dentro do Partido Democrata e teve início a pressão para convencer Biden a renunciar à sua candidatura.

Ele bateu o pé e disse que não. E para provar que não está caduco, se dispôs a falar à imprensa internacional no término, ontem à noite, em Washington, de mais uma reunião de cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

Durante a reunião, ao conceder a palavra a Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, Biden chamou-o de Putin e teve que se corrigir. Vladimir Putin é o presidente da Rússia que invadiu a Ucrânia no final de fevereiro de 2022.

Zelenski comentou brincando:

“Sou muito melhor do que ele”.

Em seguida, na entrevista coletiva, Biden referiu-se a Kamala Harris, sua vice-presidente, como “vice-presidente Trump”. Desta vez não se corrigiu. O nome de Harris começou a ser avaliado em pesquisas para substituir o de Biden.

Os deslizes de Biden não pararam por aí. Ele afirmou que recebe conselhos do “meu comandante em chefe”. O presidente dos Estados Unidos não é comandado por ninguém. Ele quis se referir ao chefe do estado-maior das Forças Armadas.

Segundo Biden, seu governo “criou na semana passada 2 mil empregos”. Foram 200 mil empregos em junho. Perdeu outra oportunidade de faturar. Em entrevista à rede de televisão ABC, na semana passada, ele já irritou os democratas.

Biden disse que se sentiria bem mesmo que Trump vencesse e “desde que eu desse tudo de mim”. Um candidato não admite ser vencido até que seja. É um dogma que todos respeitam. O contrário soa como sinal da fraqueza.

A mais recente pesquisa do jornal Washington Post, divulgada ontem, fechou mais um dia infeliz para Biden. Algumas das suas descobertas:

56% dos democratas agora dizem que Biden deve ser substituído — um pouco mais do que pesquisas anteriores;

Mais de 8 em cada 10 eleitores registrados agora concordam que Biden é muito velho, o que é um dos números mais altos até o momento;*  Enquanto em abril, 23% dos eleitores registrados disseram que a “agudeza mental” de Biden era superior à de Trump, agora só 14% dizem a mesma coisa;

36% dos democratas e 48% dos eleitores independentes disseram que o debate fez com que eles vissem Biden de forma menos favorável.

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