Motta defende Derrite, sua aposta fracassada
As principais notícias da manhã de quarta-feira (12/11)
atualizado
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Advogado de Derrite. Em reunião de líderes, Hugo Motta bateu na mesa, elevou a voz e defendeu Derrite em discussão com Lindbergh Farias. Líder do PT afirmou que presidente da Câmara cometeu “furto com abuso de confiança” contra Lula ao indicar deputado do Progressistas como relator do PL Antifacção.. Depois em entrevista, Motta afirmou que o secretário de Segurança de São Paulo foi “grande” ao ouvir críticas. “Isso faz parte do trabalho legislativo: ouvir, ajustar, o importante é chegar num texto que não agrida à ninguém e nem crie conflitos e narrativas desnecessárias e atenda à sociedade. Foi isso que ele fez”, disse.
Terceira versão do texto de Derrite cria tipos de crime e veta auxílio a dependentes de presos. A nova redação cria o crime Domínio Social Estruturado, que pune com até 40 anos de prisão membros de organizações criminosas, paramilitares ou milícias privadas que, entre outras condutas, utilizam violência para impor domínio sobre territórios.
Mais críticas. A nova versão do texto do PL Antifacção representa um avanço, avalia Mario Sarrubbo, secretário nacional de Segurança Pública. No entanto, ele critica uma descapitalização do Fundo Nacional Antidrogas e alerta que o texto precisa de um debate técnico, pois repete vícios das versões anteriores.
Quaest 1. Avaliação de Lula para de melhorar, diz Quaest; 50% desaprovam governo, e 47% aprovam. Avaliação do presidente vinha melhorando desde julho, com aprovação oscilando dentro da margem de erro para cima e desaprovação, para baixo. Na pesquisa atual, aconteceu o inverso.
Quaest 2. Para 45%, Lula saiu mais forte após encontro com Trump. Levantamento mostra que 51% dos entrevistados acreditam que presidentes vão chegar a um acordo sobre tarifas contra o Brasil
Quaest 3. Preocupação do brasileiro com a violência sobe de 30% para 38%. A economia foi a resposta dada por 15% dos entrevistados, seguida por problemas sociais e corrupção, ambos com 13%. Já a saúde foi a resposta de 10%.
Quaest 4. 73% acham que organizações criminosas devem ser consideradas terroristas. Levantamento nacional mostra opinião pública sobre tema tratado em projeto antifacção. Relator na Câmara e governo discordaram da proposta, que ficou fora do texto final
Em sabatina para sua recondução no Senado, Gonet afirma que não há ‘criminalização da política’. Sessão começou na manhã desta quarta-feira; procurador deve ser questionado sobre denúncias contra Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e os atos de 8 de janeiro


