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Giro da política: Flávio encosta, Moraes investiga e PIB sobe

Pesquisa consolida polarização, Moraes mira postagens por calúnia e projeção do FMI devolve prestígio econômico ao país no ranking global

Da Redação19/04/2026 08:00, atualizado 19/04/2026 02:02
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fala com a imprensa ao deixar o hospital DF Star no final da manhã desta sexta-feira (13/03)

O resumo da semana começa com um banho de realidade para quem achava que a polarização daria trégua.

O Giro da política destaca a última pesquisa Genial/Quaest, que acendeu o sinal vermelho no Planalto. No primeiro turno, a diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro encurtou. Os números mostram que o “01” não só herdou o espólio político do pai, como está consolidado enquanto os nomes da suposta terceira via, como Caiado e Zema, seguem isolados mais isolados.

O “Namoro” PSDB e Ciro Gomes

Enquanto os institutos de pesquisa mostram o deserto da terceira via, o PSDB de Aécio Neves tenta uma cartada ousada para sair da irrelevância. O convite para que Ciro Gomes dispute a presidência pela quinta vez – agora pelo ninho tucano – é a surpresa da semana. Ciro, que vive um divórcio litigioso e eterno com o PT, recebeu o aceno com entusiasmo, mas o Giro mostra que o buraco é mais embaixo: ele ainda equilibra esse convite com seus compromissos no Ceará, onde flerta com alianças pragmáticas ao lado do bolsonarismo.

A postagem de Flávio sobre Lula e a reação de Moraes

A temperatura subiu de vez no Judiciário com a nova ofensiva de Alexandre de Moraes. O ministro autorizou a PF a investigar Flávio Bolsonaro por calúnia, após postagens que ligam o presidente Lula ao narcotráfico e a ditaduras. Eduardo Bolsonaro reagiu prontamente, classificando a medida como “cartas marcadas” para 2026.

PIB no Top 10

Em meio ao tiroteio jurídico, a economia trouxe um respiro: o Brasil deve retomar o posto de 10ª maior economia do mundo este ano. É a política brasileira em sua essência: um braço de ferro constante entre boas notícias nos indicadores e uma guerra institucional que não permite a ninguém baixar a guarda.

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