Tipos de banana: nutri indica a melhor para cada momento e receita
Nutricionista explica as variações da fruta e como escolher a banana ideal para receitas doces ou salgadas

Uma das frutas mais consumidas do país e também uma das mais versáteis, a banana é quase uma unanimidade. A fruta tem alto valor nutricional e diversos benefícios para a saúde, além de pode ser consumida em uma série de refeições, sendo desde um lanche completo até um ingrediente em uma receita elaborada.

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Ver todasMas você sabia que cada um dos quatro tipos de banana disponíveis tem uma “aplicação ideal”? A nutricionista Cláudia Mulero explica os principais tipos de banana encontrados no mercado e como utilizá-los de forma estratégica na culinária.
Banana Prata
É uma das variedades mais consumidas no Brasil. O sabor é mais suave e ela tem um teor de açúcar menor quando comparada às outras. Com a polpa firme, é ideal para consumo in natura e receitas como bolos e tortas.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Vida & EstiloBanana Nanica
É mais macia e mais doce. Costuma ser mais usada em sobremesas, vitaminas e panquecas. Amadurece mais rápido e por isso é uma boa opção para preparações que exigem cremosidade, como bolos úmidos e purês.
Banana Maçã
Menor, possui um sabor levemente mais ácido, lembrando o da maça. Traz mais frescor para as receitas e é “indicada para consumo in natura, saladas de frutas e sobremesas mais leves, além de combinações com especiarias como canela e cravo”, acrescenta a nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil.
Banana da Terra
Muito comum na culinária brasileira é menos doce e tem a polpa firme. Costuma ser usada em pratos salgados, frita, assada ou grelhada. Também são mais usadas para fazer chips de bananas, que ficam mais firmes, crocantes e levemente salgados.
Banana Ouro
Intensa e doce, é indicada para consumo in natura, além de compotas, caramelizações e sobremesas.
“A banana é um ingrediente extremamente democrático, com ampla aplicação na gastronomia, justamente por apresentar variedades com perfis distintos de sabor, textura e teor de açúcar. Ao compreender essas diferenças, é possível direcionar melhor o uso da fruta em receitas doces ou salgadas, respeitando suas características naturais e alcançando preparações mais equilibradas, com melhor desempenho culinário e maior valorização dos ingredientes”, finaliza Cláudia Mulero.



