Saiba qual alimento rico em proteína faz japoneses viverem mais
O alimento, presente na dieta japonesa, aumenta a ingestão de fibras, proteínas vegetais e minerais, tornando uma refeição mais completa
atualizado
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Não é novidade que os japoneses sempre estão entre as populações mais saudáveis e com maior expectativa de vida do mundo. Os motivos são diversos, com destaque para a alimentação, rica em peixes, vegetais, alimentos fermentados e arroz multigrãos.
Conhecido como yakuzen zakkokuma, o arroz multigrãos é feito com grãos, cereais e sementes diferentes. De acordo com a nutricionista Leticia Gasparetto, a combinação aumenta o teor de fibras, proteínas vegetais, vitaminas e minerais, tornando a refeição mais completa.
“O arroz multigrãos é uma opção mais nutritiva e equilibrada do que o arroz branco comum porque mistura diferentes grãos e cereais, como arroz integral, quinoa, chia, linhaça, cevada e amaranto”, afirma a profissional ao Metrópoles.
Leticia Gasparetto explica que as fibras presentes no arroz multigrãos ajudam no bom funcionamento do intestino, além de prolongar a sensação de saciedade e evitar picos de glicose no sangue. Como resultado, contribui para o controle do peso e da energia ao longo do dia.

Outros benefícios
E não para por aí. Segundo a nutricionista, o arroz multigrãos é rico em antioxidantes e minerais como ferro, magnésio e zinco, que fortalecem o sistema imunológico e ajudam a reduzir processos inflamatórios.
“Por ter carboidratos de absorção mais lenta, fornece energia de forma gradual, ideal para quem busca mais disposição e equilíbrio na alimentação”, conta Leticia Gasparetto.
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Dieta japonesa
A dieta tradicional japonesa costuma ser baseada em peixes, mariscos, arroz, soja, chá verde, frutas cítricas, cogumelos, algas marinhas e picles. A combinação, rica em vitaminas, polifenóis, fitoquímicos e ácidos graxos bons, auxiliam o corpo no combate a inflamações.
Um estudo publicado no Nutrition Journal, em março de 2024, constatou que a alimentação rica em peixe, chá, soja e cogumelos atrasa o envelhecimento cerebral, reduzindo o risco de demências.










