Quiz do MIT ajuda a se preparar para envelhecer; experimente
Ferramenta do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) propõe avaliar saúde, relações e rotina para envelhecer melhor e com mais saúde
atualizado
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Planejar o futuro costuma estar associado, principalmente, à organização financeira para a aposentadoria. No entanto, especialistas alertam que viver mais e envelhecer bem exige uma preparação que vai além do dinheiro. Para o pesquisador Joe Coughlin, diretor do MIT AgeLab, uma área do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, é preciso considerar diferentes aspectos da vida que influenciam diretamente o bem-estar ao longo dos anos.
Diante da projeção de que o número de pessoas com mais de 100 anos deve quadruplicar até 2054, o laboratório desenvolveu uma ferramenta que amplia essa visão: o Índice de Preparação para a Longevidade.

A proposta é avaliar não apenas a situação financeira, mas também fatores do cotidiano que costumam passar despercebidos. “Ao contrário de mais uma pesquisa ou índice sobre quanto dinheiro você economizou, queremos analisar todas aquelas coisas, grandes e pequenas, que consideramos garantidas na vida”, explica Coughlin ao NPR.
“Podemos esperar que as coisas não mudem, mas quando uma grande transição acontece — como aposentadoria, perda de alguém ou uma doença — muitas decisões importantes acabam sendo negligenciadas”, aponta. Responda o questionário.
Disponível gratuitamente on-line, o questionário leva cerca de 15 minutos para ser respondido e analisa oito áreas da vida, como saúde, relações pessoais e participação social. A ideia é oferecer um panorama mais completo da preparação individual para o envelhecimento.
A ferramenta foi desenvolvida em parceria com a empresa de serviços financeiros John Hancock e apresentada ao público durante uma conferência sobre longevidade. Segundo os pesquisadores, o objetivo é estimular uma reflexão prática sobre o presente e o futuro.
Ao responder ao questionário, os participantes se deparam com perguntas que vão além do habitual e incentivam a pensar em cenários menos confortáveis, como a necessidade de apoio médico ou limitações de mobilidade.














