Nutricionista revela proteína que promete mudar o prato do brasileiro
Larissa Luna explica por que uma proteína magra e acessível vem ganhando espaço como alternativa mais saudável à carne bovina
atualizado
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Uma mudança silenciosa, mas significativa, veio acontecendo na alimentação dos brasileiros em 2025. De acordo com a nutricionista Larissa Luna, especialista em nutrição funcional e saúde da mulher, uma proteína antes vista apenas como opção ocasional agora desponta como forte candidata a ocupar o espaço da carne bovina nas refeições do dia a dia. Estamos falando da tilápia.
A razão para essa transição envolve nutrição, economia e saúde pública. A profissional explica que a tilápia oferece alto valor biológico, digestão leve, baixo teor de gordura saturada e uma composição rica em micronutrientes essenciais – características que atendem tanto quem busca controlar o peso quanto quem deseja reduzir riscos metabólicos.

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Por que essa proteína ganhou destaque em 2025
Segundo Larissa, a tilápia reúne cerca de 22,8 g de proteína por porção média, com apenas 2,3 g de gorduras totais, além de minerais, como fósforo, potássio, magnésio e selênio, e vitaminas do complexo B. Esse conjunto favorece a saúde muscular, o metabolismo energético e o equilíbrio do sistema imunológico.
“O perfil nutricional da tilápia é muito mais leve que o da carne vermelha, com menos gordura saturada e colesterol. Isso impacta diretamente a saúde cardiovascular”, reforça a nutricionista.
Além disso, uma queda recente no preço e o aumento da oferta tornaram o peixe ainda mais acessível – fator decisivo para famílias que tentam equilibrar qualidade nutricional e orçamento.

Onde a carne bovina perde espaço
Larissa Luna lembra que a carne vermelha mantém seus méritos: ferro heme de alta absorção, zinco, vitamina B12 e creatina – todos nutrientes importantes. Porém, o consumo habitual de cortes gordurosos e grandes quantidades de carne bovina está associado a risco maior de doenças cardiovasculares, inflamação e alterações metabólicas.
Estudos recentes reforçam esse alerta, mostrando que dietas com menor participação de carne vermelha e maior presença de proteínas magras resultam em menor mortalidade, melhor saúde cardíaca e redução de inflamação.
Uma substituição parcial que faz diferença
O avanço da tilápia não implica excluir totalmente a carne bovina, mas alternar e equilibrar as fontes de proteína. Para a nutricionista, essa adaptação já representa um ganho expressivo.
“A população está percebendo que variar as proteínas é saudável, econômico e adequado às necessidades atuais. A tilápia, em especial, reúne leveza, digestibilidade e um perfil de gorduras mais benéfico”, resume Larissa.
Ela destaca que a tendência observada em 2025 aponta para um padrão alimentar mais consciente: menos inflamação, melhor controle de peso, mais proteção cardiovascular e escolhas que cabem no bolso.














