Mulher que recebia auxílio por ansiedade é presa por golpe após viagem

A mulher alegou às autoridades que tinha ansiedade extrema e muito medo de sair de casa. Porém, foi flagrada viajando e frequentando pubs

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A mulher alegou que não podia sair de casa, mas foi vista viajando alegremente
1 de 1 A mulher alegou que não podia sair de casa, mas foi vista viajando alegremente - Foto: Reprodução/Internet

Uma mulher britânica recebia mais de US$ 30 mil, cerca de R$ 157 mil, ao alegar que sua ansiedade era tão debilitante que a impedia de sair de casa. No entanto, ela foi flagrada surfando e praticando tirolesa durante férias no México e acabou sendo condenada pelas autoridades por fraude.

Catherine Wieland, de 33 anos, de Goring-by-Sea, na Inglaterra, afirmou que fraudou o sistema de benefícios sociais do Departamento de Trabalho e Pensões do Reino Unido por mais de dois anos. A mulher iniciou o processo em março de 2021.

À época, ela citou problemas de saúde mental, incluindo transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), transtorno de personalidade emocionalmente instável e depressão. Wieland também disse que não conseguia mais sair de casa devido à “ansiedade extrema” e que, sem assistência, passaria o dia inteiro de pijama.

A mulher alegou que não podia sair de casa, mas foi vista viajando alegremente
A mulher alegou que não podia sair de casa, mas foi vista viajando alegremente

Porém, a realidade era outra. Catherine foi flagrada praticado tirolesa e surfe a mais de 8 mil quilômetros de casa, no México. Ela também foi ao parque de diversões Thorpe Park, no Reino Unido, pelo menos três vezes e marcou 76 consultas em salões de beleza. Não satisfeita, visitou pelo menos 60 pubs, clubes e restaurantes.

Investigação

Uma investigação foi iniciada após uma denúncia anônima e provas foram coletadas a partir de fotos e vídeos no Facebook. Mesmo após a descoberta, Wieland alegou que sua ansiedade havia piorado.

“Eu não sabia que não era permitido sair de casa”, afirmou Catherine aos investigadores quando confrontada com seus extratos bancários.

A britânica se declarou culpada por não ter notificado uma mudança de circunstâncias e foi condenada a devolver os aproximadamente US$ 31.500 em dinheiro dos contribuintes que desviou entre 2021 e 2024, de acordo com o DWP.

Nessa quinta-feira (26/3), Catherine Wieland foi condenada a 28 semanas de prisão, com pena suspensa por 18 meses. Ela também foi obrigada a participar de 12 sessões de atividades de reabilitação.

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