Mulher de 101 anos conta o segredo para viver mais: "Chá e croissant"
Aos 101 anos, a italiana Renata Pucci di Benisichi revelou o "cardápio" que a ajudou a viver mais de 100 anos

Renata Pucci di Benisichi prova que não é preciso ser um mestre da culinária para chegar aos 100 anos. A escritora italiana, que completa 102 anos em 3 de setembro, diz que não gosta de cozinhar e mantém uma rotina simples: todas as manhãs, toma chá acompanhado de um croissant quentinho.

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Ver todasEntenda
- Aos 101 anos, Renata começa o dia com chá e um croissant, almoça massa e costuma jantar pizza em restaurantes.
- Além da alimentação, mantém o hábito de ler, ir ao cinema e frequentar clubes.
- Formada em Filologia Inglesa, foi professora universitária, tradutora e colunista de jornal na Itália.
- Ela enfrentou a perda do marido e da filha, mas diz que encontrou forças para seguir em frente e viver com saúde.
Detalhes da rotina
“Não sei cozinhar nada. De manhã, às 9h, tomo chá e um croissant quentinho no café da manhã. No almoço, massa com feijão ou molho, e bolachas com cream cheesee e geleia ou frutas”, revelou ao jornal italiano Corriere della Sera.
Para o jantar, Renata costuma ir a restaurantes, onde prefere pedir uma pizza de muçarela com tomate. Além disso, lê livros, como Shakespeare, frequenta o cinema e os clubes dos quais é sócia, hábitos que ajudam a manter uma vida social ativa mesmo aos 101 anos.
Quem é Renata Pucci di Benisichi
Benisichi é formada em Filologia Inglesa pela Universidade Oriental de Nápoles e foi professora na Universidade de Palermo. A idosa já traduziu livros do inglês e do francês e escreveu uma coluna sobre vestuário para o jornal Giornale di Sicilia.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Vida & EstiloEm 1953, Renata se casou com Marcello Zanca. O casal teve uma filha, Maria Catena, que construiu carreira na UNICEF, nos Estados Unidos, e chegou a chefiar o programa de Embaixadores da Boa Vontade, trabalhando com nomes como Ricky Martin e Orlando Bloom. Maria morreu em 2020 e o marido em 1978.
“Chorei muito pelo meu marido e pela minha mãe também. A morte da minha filha, porém, me chocou profundamente. No início, você não se importa com mais nada. Depois, reuni todas as minhas forças: eu precisava viver. E depois de um tempo, percebi que estava sofrendo menos”, contou a idosa.



























