Não é cozida: faça batata-doce desta forma para manter as vitaminas
Muita gente costuma ingerir a batata-doce frita ou cozida, mas a melhor maneira de preparar e manter as vitaminas é outra; saiba qual
atualizado
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A batata-doce virou um item quase onipresente na vida de quem quer emagrecer, ganhar massa muscular ou apenas manter uma alimentação saudável. O tubérculo é conhecido por ser rico em fibras e por ajudar no controle do açúcar no sangue, diminuindo picos de glicemia e dando saciedade. E você sabe qual a melhor forma de fazer se deseja preservar o melhor das vitaminas e minerais presentes no alimento?
Uma dica: não é frita e nem assada. Segundo a nutricionista Juliana Andrade, do Metrópoles, a fórmula da “batata-doce” perfeita é prepará-la assada, em cubos ou rodelas. Melhor ainda se o fizer com casca e no forno ou usando a air fryer. Veja uma receita prática neste link.
“A técnica realça o sabor adocicado natural da batata-doce, mantém a textura macia por dentro e levemente crocante por fora, e ainda preserva boa parte dos nutrientes”, diz a profissional, formada pela Universidade de Brasília.
Batata-doce é rica em carboidratos complexos
Se ainda não está convencido e quer ver mais motivos para ingerir o alimento, vale destacar que ele é um carboidrato complexo. Isso quer dizer que libera energia de forma gradual na corrente sanguínea. E mais: contém fibras, vitamina A (principalmente na versão alaranjada), vitamina C e antioxidantes.
“Ela também é versátil: pode entrar no café da manhã, no almoço, no pré-treino ou até como base para lanches”, complementa Juliana.
Segundo ela, um jeito bem prático de preparar é levar com casca e tudo, cortar em cubos os rodelas, temperar com sal, pimenta e ervas, e levar ao forno por 25 minutos ou à air fryer por 10 a 15 minutos.
Para deixar mais gostoso, você pode usar azeite e especiarias, a exemplo de alecrim e páprica, que combinam bastante com o sabor da batata-doce.

Uso o forno ou a air fryer?
Na visão de Juliana, a escolha não faz tanta diferença nutricionalmente. “Ambos os métodos utilizam pouco óleo e evitam a fritura por imersão, que aumenta significativamente as calorias da preparação. A escolha acaba sendo mais prática do que nutricional.”














