Confira 6 atitudes que vão ajudá-lo a gastar menos na farmácia

O custo de vida no Brasil aumentou cerca de 10% e a necessidade de economizar alcança até as compras de medicamentos

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comprando remédios na farmácia
1 de 1 comprando remédios na farmácia - Foto: Getty Images

De um ano para cá, o custo de vida no Brasil aumentou cerca de 10%. Com o orçamento mais apertado, as pessoas estão repensando gastos e cortando despesas.

A necessidade de economizar alcança até as compras de medicamentos – um campo que costuma a ser o último a ser reavaliado em momentos de dificuldades financeiras.

De acordo com o secretário-geral do Conselho Federal de Farmácia, Gustavo Pires, neste cenário de dificuldades, o farmacêutico pode fornecer orientações técnicas para que as pessoas consigam economizar na compra de medicamentos. Veja a seguir 6 atitudes que você pode adotar para gastar menos na farmácia:

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Em outras palavras, se há  aumento da inflação, o dinheiro passa a valer menos. A principal consequência é a perda do poder de compra ao longo do tempo, com o aumento dos preços das mercadorias e a desvalorização da moeda
Existem várias formas de medir a inflação, contudo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o mais comum deles
No Brasil, quem realiza a previsão da inflação e comunica a situação dela é o Banco Central. No entanto, para garantir a idoneidade das informações, a pesquisa dos preços de produtos, serviços e o cálculo é realizado pelo IBGE, que faz monitoramento nas principais regiões brasileiras
De uma forma geral, a inflação pode apresentar causas de curto a longo prazo, uma vez que tem variações cíclicas e que também pode ser determinada por consequências externas
No entanto, o que influencia diretamente a inflação é: o aumento da demanda; aumento ou pressão nos custos de produção (oferta e demanda); inércia inflacionária e expectativas de inflação; e aumento de emissão de moeda
Inflação é o termo da economia utilizado para indicar o aumento generalizado ou contínuo dos preços de produtos ou serviços. Com isso, a inflação representa o aumento do custo de vida e a consequente redução no poder de compra da moeda de um país
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Inflação é o termo da economia utilizado para indicar o aumento generalizado ou contínuo dos preços de produtos ou serviços. Com isso, a inflação representa o aumento do custo de vida e a consequente redução no poder de compra da moeda de um país

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Em outras palavras, se há  aumento da inflação, o dinheiro passa a valer menos. A principal consequência é a perda do poder de compra ao longo do tempo, com o aumento dos preços das mercadorias e a desvalorização da moeda
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Em outras palavras, se há aumento da inflação, o dinheiro passa a valer menos. A principal consequência é a perda do poder de compra ao longo do tempo, com o aumento dos preços das mercadorias e a desvalorização da moeda

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Existem várias formas de medir a inflação, contudo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o mais comum deles
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Existem várias formas de medir a inflação, contudo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o mais comum deles

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No Brasil, quem realiza a previsão da inflação e comunica a situação dela é o Banco Central. No entanto, para garantir a idoneidade das informações, a pesquisa dos preços de produtos, serviços e o cálculo é realizado pelo IBGE, que faz monitoramento nas principais regiões brasileiras
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No Brasil, quem realiza a previsão da inflação e comunica a situação dela é o Banco Central. No entanto, para garantir a idoneidade das informações, a pesquisa dos preços de produtos, serviços e o cálculo é realizado pelo IBGE, que faz monitoramento nas principais regiões brasileiras

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De uma forma geral, a inflação pode apresentar causas de curto a longo prazo, uma vez que tem variações cíclicas e que também pode ser determinada por consequências externas
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De uma forma geral, a inflação pode apresentar causas de curto a longo prazo, uma vez que tem variações cíclicas e que também pode ser determinada por consequências externas

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No entanto, o que influencia diretamente a inflação é: o aumento da demanda; aumento ou pressão nos custos de produção (oferta e demanda); inércia inflacionária e expectativas de inflação; e aumento de emissão de moeda
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No entanto, o que influencia diretamente a inflação é: o aumento da demanda; aumento ou pressão nos custos de produção (oferta e demanda); inércia inflacionária e expectativas de inflação; e aumento de emissão de moeda

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No bolso do consumidor, a inflação é sentida de formas diferentes, já que ela não costuma agir de maneira uniforme e alguns serviços aumentam bem mais do que outros
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No bolso do consumidor, a inflação é sentida de formas diferentes, já que ela não costuma agir de maneira uniforme e alguns serviços aumentam bem mais do que outros

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Isso pode ser explicado pela forma de consumo dos brasileiros. Famílias que possuem uma renda menor são afetadas, principalmente, por aumento no preço de transporte e alimento. Por outro lado, alterações nas áreas de educação e vestuário são mais sentidas por famílias mais ricas
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Isso pode ser explicado pela forma de consumo dos brasileiros. Famílias que possuem uma renda menor são afetadas, principalmente, por aumento no preço de transporte e alimento. Por outro lado, alterações nas áreas de educação e vestuário são mais sentidas por famílias mais ricas

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Ao contrário do que parece, a inflação não é de todo mal. Quando controlada, é sinal de que a economia está bem e crescendo da forma esperada. No Brasil, por exemplo, temos uma meta anual de inflação para garantir que os preços fiquem controlados. O que não pode deixar, na verdade, é chegar na hiperinflação - quando o controle de todos os preços é perdido
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Ao contrário do que parece, a inflação não é de todo mal. Quando controlada, é sinal de que a economia está bem e crescendo da forma esperada. No Brasil, por exemplo, temos uma meta anual de inflação para garantir que os preços fiquem controlados. O que não pode deixar, na verdade, é chegar na hiperinflação - quando o controle de todos os preços é perdido

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1. Evite a automedicação

“A instrução mais importante, evidentemente, é evitar a automedicação, que pesa no bolso e na saúde”, lembra o farmacêutico.

2. Verifique se a receita têm remédios gratuitos

Os farmacêuticos estão preparados para orientar a busca de medicamentos na rede pública e nas unidades básicas de saúde dos municípios, em caso de receitas emitidas no SUS. Também há a opção dos estabelecimentos incluídos no programa Farmácia Popular, onde receitas particulares e de planos de saúde também são aceitas.

“Se os medicamentos forem de alto custo, as unidades distribuidoras dos Componentes Especializados de Assistência Farmacêutica (CEAF) dos Estados devem ser o caminho indicado”, completa.

3. Cheque com o laboratório se há algum desconto

Existem programas de desconto oferecidos pelos próprios fabricantes de medicamentos. É importante se informar se esse não é o caso do seu remédio de uso contínuo. “Alguns laboratórios oferecem até 90% de desconto ao pacientes cadastrados. Os planos de saúde também costumam possuir programas de descontos em medicamentos ou farmácias com as quais têm convênio”, comenta Gustavo Pires.

4. Pergunte se existe um genérico

“Outra forma, esta já mais familiar ao conhecimento da população, é a possibilidade do farmacêutico realizar a substituição do medicamento por um genérico, sempre explicando ao paciente que os mesmos seguem critérios de segurança idênticos aos de marca original, para registro na Anvisa”, afirma.

5. Confira se está comprando a quantidade adequada

Outra alternativa eficaz de economizar é comprar a quantidade exata ou mais próxima da prescrita para o tratamento, a fim de evitar a aquisição desnecessária de medicamentos.

6. Questione o médico se há versão manipulada

Além disso, o paciente também pode consultar o médico sobre a possibilidade de utilizar medicamentos manipulados. As farmácias de manipulação também contam com programas próprios de desconto.

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