App que monitora Covid aponta 5 sintomas mais comuns entre vacinados

Pesquisadores observaram ligeiras mudanças nos sintomas mais comuns após a vacinação em massa ter sido iniciada

atualizado 24/06/2022 16:12

Mulher com as mãos na cabeça como se estivesse sentindo dor- MetrópolesPhotoAlto/Frederic Cirou/ Getty Images

As vacinas são a melhor proteção contra casos graves da Covid-19, hospitalizações e mortes. Ainda assim, os vacinados podem ser infectados pelo coronavírus e desenvolver sintomas da doença.

Após a análise de dados de 4,7 milhões de usuários do aplicativo Zoe Covid, os pesquisadores do King’s College London, apontaram os cinco sintomas mais comuns entre os que tomaram ao menos duas doses dos imunizantes.

Eles aparecem na seguinte ordem de frequência:

  • Coriza;
  • Dor de cabeça;
  • Espirros;
  • Dor de garganta e
  • Tosse persistente.

De acordo com os pesquisadores, os sintomas diferem um pouco dos que foram relatados nas primeiras ondas da Covid, quando as pessoas ainda não estavam imunizadas.

Sintomas do início da pandemia, como perda de olfato (anosmia), febre e falta de ar se tornaram menos frequentes, ocupando 6ª, 8ª e 29ª posições, respectivamente.

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Os que tomaram apenas uma dose de imunizantes relataram dor de cabeça, coriza, dor de garganta, espirros e tosse persistente como os sintomas mais frequentes.

Já os não vacinados que ficam doentes se queixam de dor de cabeça, dor de garganta, coriza, febre e tosse persistente, nesta ordem.

“A perda de olfato vem no número 9 e a falta de ar vem bem abaixo na lista, indicando que os sintomas registrados anteriormente estão mudando com as variantes em evolução do vírus”, escreveram os pesquisadores em conteúdo publicado no site oficial do aplicativo.

A análise não levou em consideração a variante que causou a infecção, apenas os sintomas registrados pelos usuários. “Existem algumas razões pelas quais os sintomas podem estar mudando, incluindo o fato de que aqueles que foram vacinados apresentarem sintomas menos graves, bem como mais casos relatados por pessoas mais jovens, que encontramos também sintomas diferentes e menos graves”, afirmam os cientistas.

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