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São Paulo

Rope jump: polícia prende mais 3 suspeitos de envolvimento em morte

Com novas prisões, sobe para 6 o número de pessoas detidas desde que as investigações sobre o caso tiveram início, na semana passada

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Reprodução/Redes sociais
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, jovem que morreu após salto de rope jump sem cordas

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na manhã deste sábado (20/6), mais três pessoas suspeitas de envolvimento na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, que foi lançada sem corda em um salto de rope jump em Limeira, no interior paulista.

O Metrópoles apurou que duas das prisões aconteceram em São Paulo, enquanto a terceira foi em outro estado. Ainda não há detalhes sobre quem são os detidos. Com isso, sobe para seis o número de pessoas presas desde que o caso aconteceu, há exatamente uma semana.

No dia 13 de junho, Maria Eduarda, de 21 anos, foi até a Ponte do Esqueleto, em Limeira, para praticar o esporte radical conhecido como rope jump. A atividade consiste em um salto de um local elevado com o praticante preso por uma corda, que fica conectada a uma âncora.

Naquele dia, no entanto, os instrutores não prenderam Maria Eduarda à corda. Ela foi lançada de uma altura de 30 metros em queda livre. A jovem morreu logo depois.

Já estavam presos pela morte da jovem os instrutores Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos; Luís Felipe Feliciano Egoroff, de 32; e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27. Os três foram filmados levantando a jovem e jogando ela do alto da ponte.

Eles respondem por homicídio com dolo eventual, quando há risco de morrer, mesmo que sem intenção de matar.

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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu durante salto de rope jump na Ponte do Esqueleto
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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu durante salto de rope jump na Ponte do Esqueleto

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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

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Prefeitura proíbe acesso de ponte

  • Dois dias após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, autoridades passaram a discutir medidas para impedir novos acessos à Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis, local onde ocorreu o salto de rope jump que terminou em tragédia.
  • Em reunião realizada entre representantes da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), da Advocacia-Geral da União (AGU) e das prefeituras dos dois municípios, também foi debatida a possibilidade de demolição da estrutura.
  • Segundo a SPU, os prefeitos de Limeira e Cordeirópolis manifestaram apoio à retirada da ponte e se comprometeram a reforçar os bloqueios já existentes para evitar a entrada de pessoas na área.
  • Em Limeira, a prefeitura informou que retomou as ações para fechar acessos irregulares ao local e reabrirá uma vala que havia sido criada para impedir a passagem, mas que acabou sendo aterrada sem autorização do município.
  • De acordo com a administração municipal, as medidas atendem a um pedido do governo federal para ampliar a segurança da área enquanto soluções definitivas são avaliadas.

Veja imagens do acidente:


Quem era a vítima

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas tinha 21 anos e morava em Jandira, na Região Metropolitana de São Paulo. Em seu perfil do Instagram, dizia possuir formação em Educação Física e gestão esportiva. Na plataforma, a jovem costumava compartilhar a rotina de treinos.

Ela trabalhava em uma academia de musculação no município. A empresa publicou uma mensagem de luto, lamentando a perda da colaboradora.

A jovem compartilhou fotos e vídeos pouco antes do salto de rope jump. Em uma das publicações, feita por volta das 7h30, Maria Eduarda mostrou uma foto da Ponte do Esqueleto e escreveu: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.

De acordo com o boletim de ocorrência, no momento do salto, Maria Eduarda portava uma câmera GoPro, usada para captar imagens em movimento. O equipamento não foi localizado após a queda.

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