Polícia busca 5 suspeitos de estupro coletivo contra 2 crianças em SP

Os suspeitos, 4 adolescentes e um maior de idade, gravaram os estupros contra as crianças de 7 e 10 anos e compartilharam na internet

atualizado

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Imagem colorida de fachada do 63° DP, que apura caso de corpo encontrado em decomposição - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida de fachada do 63° DP, que apura caso de corpo encontrado em decomposição - Metrópoles - Foto: Reprodução/ Street View

Cinco pessoas – quatro adolescentes e um maior de idade – são procurados pelo estupro coletivo de dois meninos, de 7 e 10 anos, no bairro União de Vila Nova, região de São Miguel Paulista, zona leste de São Paulo. A Justiça decretou a apreensão dos adolescentes e a prisão temporária do adulto, que são considerados foragidos.

Segundo a Polícia Civil, os estupros foram filmados pelos próprios abusadores e compartilhados na internet. O Metrópoles teve acesso às imagens e optou por não divulgá-las devido ao grau de crueldade contra menores de idade. Nelas, é possível ver o grupo de abusadores debochando do desespero das vítimas. Em outro momento, uma das crianças é agredida com tapas na cabeça.

Os abusos coletivos datam da última terça-feira (21/4), feriado de Tiradentes. Até então, o caso não havia sido comunicado na delegacia.

Policiais do 63° Distrito Policial, na Vila Jacui, tomaram conhecimento do crime três dias depois, no dia 24, e identificaram as vítimas e suspeitos.

Nas redes sociais, o subprefeito de São Miguel, Divaldo Rosa, publicou que o Conselho Tutelar acompanha o caso. As vítimas e seus familiares foram acolhidos por programas governamentais e familiares. Os dois meninos passam por tratamento psicológico e médico em virtude dos abusos.

“As crianças e familiares foram colocadas sob proteção do poder público. A mãe e a avó da criança mais velha está acolhida por programa da Prefeitura de São Paulo, em Guaianases. A outra família foi acolhida pelo pai de um dos meninos, que mora em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo”, detalhou.

Rosa classificou o caso como revoltante e chocante.

“Este caso é revoltante, choca e não pode ser tratado como algo normal. Os abusadores agem, na maioria das vezes, na sombra do medo, da omissão e da falta de denúncias aos órgãos públicos, reforçou o subprefeito.

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