MPSP denuncia ex-vereador de SP por difamação contra Derrite e Nico

Guilherme Derrite (PP) e Osvaldo Nico já haviam entrado na Justiça pedindo indenização por difamação, mas tiveram o pedido negado

atualizado

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Câmara Municipal de SP
Imagem colorida mostra Camilo Cristófaro, com dedo em riste, no púlpito do plenário da Camara Municipal de SP
1 de 1 Imagem colorida mostra Camilo Cristófaro, com dedo em riste, no púlpito do plenário da Camara Municipal de SP - Foto: Câmara Municipal de SP

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou, nessa quinta-feira (26/3), o ex-vereador de São Paulo Camilo Cristófaro (PL) pelo crime de difamação contra o atual e contra o ex-secretário da segurança pública do estado, Osvaldo Nico e Guilherme Derrite (PP), respectivamente.

O ex-parlamentar teria atacado as autoridades de segurança nas redes sociais durante um período em que a Grande São Paulo sofria uma série de ataques à ônibus. Nico e Derrite chegaram a entrar na Justiça pedindo indenização de R$ 20 mil pelas ofensas, mas perderam o processo. Na ocasião, a Justiça decidiu que os comentários de Cristófaro não excederam os limites da liberdade de expressão.

Desta vez, foi o MPSP que realizou a denúncia. O pedido foi recebido pela Justiça, que designou para o caso, por meio de sorteio, o juiz Marcos Vieira de Morais, da 26ª Vara Criminal da Barra Funda, que analisa os documentos.

Ao Metrópoles, o ex-vereador afirmou que o MPSP ter o direito de fazer a denúncia, mas que ele também tem o direto de criticar a “falta de segurança pública” de São Paulo. Ele ainda contou que não concorda com a nomeação de Nico para o cargo de secretário da pasta.

Cassado por fala racista

Camilo Cristófaro anunciou sua filiação ao Partido Liberal no último dia 19 de março.

Ele foi vereador pelo Partido Avante de São Paulo até setembro de 2023, quando foi cassado pela Câmara Municipal por quebra de decoro parlamentar, por causa de uma declaração racista. Em sessão virtual em maio do ano passado, o parlamentar disse que não lavar a calçada era “coisa de preto”.

Ele foi o primeiro vereador na história da cidade a perder o mandato por racismo. Ele também ficou inelegível por oito anos a partir de 2024.

Ele teve o pedido de candidatura a vereador de São Paulo, em 2024, negado pela Justiça Eleitoral.

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