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São Paulo

Governo publica edital para privatizar 6 parques de São Paulo

Governo estadual publicou edital para concessão de 6 parques urbanos da capital paulista. Leilão acontecerá no dia 7 de julho

02/04/2026 08:28, atualizado 02/04/2026 09:14
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Divulgação/Governo de São Paulo
Vista áerea do Parque Ecológico do Tietê - Metrópoles

O Governo de São Paulo publicou, nesta quinta-feira (2/4), o edital para concessão de seis parques urbanos da cidade de São Paulo à iniciativa privada. O leilão acontecerá no dia 7 de julho, na sede da B3, no centro da capital.

A iniciativa engloba os parques da Juventude Dom Paulo Evaristo Arns, na zona norte; Estadual do Belém Manoel Pitta, Ecológico do Tietê – Núcleo Engenheiro Goulart, Vila Jacuí, Maria Cristina Hellmeister de Abreu e Itaim Biacica, na zona leste.

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Parque Ecológico do Tietê
Parque Estadual do Belém Manoel Pitta
Parque Vila Jacuí
Parque Maria Cristina Hellmeister de Abreu
Parque Itaim Biacica
Parque da Juventude Dom Paulo Evaristo Arns
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Parque da Juventude Dom Paulo Evaristo Arns

Divulgação/ Governo de SP
Parque Ecológico do Tietê
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Parque Ecológico do Tietê

Reprodução/ Instagram
Parque Estadual do Belém Manoel Pitta
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Parque Estadual do Belém Manoel Pitta

Divulgação/ Governo de SP
Parque Vila Jacuí
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Parque Vila Jacuí

Divulgação/ Governo de SP
Parque Maria Cristina Hellmeister de Abreu
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Parque Maria Cristina Hellmeister de Abreu

Divulgação/ Governo de SP
Parque Itaim Biacica
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Parque Itaim Biacica

Reprodução/ Instagram

O modelo proposto prevê contrato de 30 anos, com investimento de R$ 144,7 milhões, sendo R$ 60,4 milhões nos quatro primeiros anos. As intervenções exigidas incluem modernização de estruturas existentes, como rampas, banheiros adequados, sinalização visual, tátil e sonora, além de opções de transporte para pessoas com mobilidade reduzida.

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Também são exigidas ampliação de áreas de lazer, instalação de equipamentos esportivos e oferta de novos serviços voltados à qualidade de vida dos frequentadores. Na agenda ambiental, o projeto prevê reúso de água da chuva, uso de energia solar, iluminação de baixo consumo e gestão de resíduos com foco em reciclagem e compostagem. As obras deverão seguir normas que reduzam os impactos ao meio ambiente, segundo o governo.

A remuneração da futura concessionária também poderá incluir um pagamento de até R$ 23,7 milhões anuais, de acordo com o cumprimento de metas e indicadores de desempenho.